Sem surpresas, em consenso e com esperança no futuro, apresentou-se ontem aos militantes do PS, o candidato a Presidente da Câmara de Vila Nova de Paiva.
José Morgado é, oficialmente, o nosso candidato.
Grandes desafios temos daqui para a frente sendo agora a maior preocupação, a congregação de esforços e apoios no sentido de criar listas fortes, credíveis e vencedoras.
O nosso objectivo é vencer e voltar a colocar o Concelho na rota do desenvolvimento.
Da parte da Juventude Socialista terá todo o apoio e colaboração sem reservas.
quinta-feira, abril 02, 2009
A nossa posição
Apesar de acusarem do contrário, e, a pedido do Sr. José Paivinho, já tinhamos, no post sobre a Manuela Ferreira Leite, expressado a nossa opinião sobre o caso Freeport.
Contudo, mais uma vez aqui transmitimos, sem quaisquer problemas, medos ou pudores.
A nossa posição enquanto JS é clara e simples.
Acreditamos em absoluto no nosso líder e no líder do País.
Naturalmente que também confiamos na Justiça, pois é de um caso de Justiça que se trata.
Estamos eprfeitamente convencidos que esta éapenas mais uma campanha negra e suja perpetrada contra José Sócrates, à semelhança do que aconteceu hà 4 anos no mesmo caso.Apesar de ser difícil, gostaríamos muito que este caso estivesse resolvido o mais cedo possível para não haver quaisquer dúvidas a pairar sobre o comportamento do Primeiro Ministro.Temos confiança na sua honradez, honestidade, verticalidade, além das mais do que provadas capcidades de trabalho e empenho para um melhor Portugal.
Agora, naturalmente que, cada um pensa o que quer, e acredita no que quer.
É óbvio que, basta ver os telejornais, em especial o da TVI, para ver que há, de facto, uma campanha contra José Sócrates.
Atentemos aos últimos dias e vêem que, no exacto dia em que o Bastonário da Ordem dos Advogados falou, e relatou a situação de conluio que levou ao começo do caso Freeport, com implicações claras da Polícia Judiciária e do Ministério Público, nesse exacto dia a TVI lança o DVD que já tinha em sua posse à algum tempo.
Depois vem o Sindicato dos Magistrados do Ministério Público falar em pressões, o que é absolutamente surreal e absurdo.
Surreal pois é o Ministério Público quem tem o poder e o dever de actuar nas situações referidas, e absurdo pois vêm-se queixar cá para fora e NADA fazem contra isso, não denunciam nem se queixam no local onde o devem fazer. Porque será?
Não podemos dizer que "as pressões pelos vistos existiram". Nesse caso também poderíamos dizer que, tal como o Bastonário denunciou, a cabala contra José Sócrates pelos vistos também existiu.
Como referimos, cada um só vai mesmo acreditar no que quiser.
Contudo, mais uma vez aqui transmitimos, sem quaisquer problemas, medos ou pudores.
A nossa posição enquanto JS é clara e simples.
Acreditamos em absoluto no nosso líder e no líder do País.
Naturalmente que também confiamos na Justiça, pois é de um caso de Justiça que se trata.
Estamos eprfeitamente convencidos que esta éapenas mais uma campanha negra e suja perpetrada contra José Sócrates, à semelhança do que aconteceu hà 4 anos no mesmo caso.Apesar de ser difícil, gostaríamos muito que este caso estivesse resolvido o mais cedo possível para não haver quaisquer dúvidas a pairar sobre o comportamento do Primeiro Ministro.Temos confiança na sua honradez, honestidade, verticalidade, além das mais do que provadas capcidades de trabalho e empenho para um melhor Portugal.
Agora, naturalmente que, cada um pensa o que quer, e acredita no que quer.
É óbvio que, basta ver os telejornais, em especial o da TVI, para ver que há, de facto, uma campanha contra José Sócrates.
Atentemos aos últimos dias e vêem que, no exacto dia em que o Bastonário da Ordem dos Advogados falou, e relatou a situação de conluio que levou ao começo do caso Freeport, com implicações claras da Polícia Judiciária e do Ministério Público, nesse exacto dia a TVI lança o DVD que já tinha em sua posse à algum tempo.
Depois vem o Sindicato dos Magistrados do Ministério Público falar em pressões, o que é absolutamente surreal e absurdo.
Surreal pois é o Ministério Público quem tem o poder e o dever de actuar nas situações referidas, e absurdo pois vêm-se queixar cá para fora e NADA fazem contra isso, não denunciam nem se queixam no local onde o devem fazer. Porque será?
Não podemos dizer que "as pressões pelos vistos existiram". Nesse caso também poderíamos dizer que, tal como o Bastonário denunciou, a cabala contra José Sócrates pelos vistos também existiu.
Como referimos, cada um só vai mesmo acreditar no que quiser.
quarta-feira, março 18, 2009
Isto sim é trabalhar para o Município
O Presidente da Câmara Municipal de Mortágua entregou, recentemente, um cheque no valor de 10 000 euros a dois jovens empresários que criaram uma empresa e se preparam para a instalar no Parque Industrial de Mortágua.
O prémio corresponde ao incentivo pecuniário previsto no "Concurso de Ideias, Empresas e Empresários" promovido por este Município, no âmbito do qual nasceu este projecto empresarial.
O concurso tinha como finalidade captar e apoiar ideias de negócio inovadoras que se traduzissem num contributo para o desenvolvimento económico do Concelho.
A empresa encontra-se sediada no Ninho de empresas de Mortágua.
De facto, este é um exemplo a seguir. Se se recordarem das várias propostas que aqui deixámos há alguns meses, o Ninho de Empresas, bem como o apoio a jovens emrpesários fazia parte preponderante do nosso projecto de desenvolvimento do Concelho.
É pena que o Presidente da Câmara de Vila Nova de Paiva nunca se tenha lembrado da indústria, nunca se tenha preocupado com o emprego, sempre tenha desprezado a zona industrial e os empresários.
Só lhe interessa a "Capital Ecológica" mesmo sem ele próprio saber bem o que significa ecologia.
Cá para nós, a Ecologia dele será deixar tudo como está, não mexer em nada para não poluir e assim o Concelho definhar e morrer.
O prémio corresponde ao incentivo pecuniário previsto no "Concurso de Ideias, Empresas e Empresários" promovido por este Município, no âmbito do qual nasceu este projecto empresarial.
O concurso tinha como finalidade captar e apoiar ideias de negócio inovadoras que se traduzissem num contributo para o desenvolvimento económico do Concelho.
A empresa encontra-se sediada no Ninho de empresas de Mortágua.
De facto, este é um exemplo a seguir. Se se recordarem das várias propostas que aqui deixámos há alguns meses, o Ninho de Empresas, bem como o apoio a jovens emrpesários fazia parte preponderante do nosso projecto de desenvolvimento do Concelho.
É pena que o Presidente da Câmara de Vila Nova de Paiva nunca se tenha lembrado da indústria, nunca se tenha preocupado com o emprego, sempre tenha desprezado a zona industrial e os empresários.
Só lhe interessa a "Capital Ecológica" mesmo sem ele próprio saber bem o que significa ecologia.
Cá para nós, a Ecologia dele será deixar tudo como está, não mexer em nada para não poluir e assim o Concelho definhar e morrer.
segunda-feira, janeiro 19, 2009
Se é assim que ela fala verdade...
"Ontem, numa entrevista à RTP, respondi categoricamente que num governo PSD não faria sentido o TGV. Para além daquele ministro de serviço que responde a tudo o que dizemos, aconteceu algo muito grave: um jornalista de uma agência pública deslocou-se a Espanha – o que significa que foi lá pago por nós. Os nossos impostos é que pagaram essa deslocação. O que foi ele lá fazer? Foi falar com os socialistas espanhóis para lhes dizer que tinha havido alguém, neste caso eu, que tinha afirmado que com o nosso governo suspenderíamos de imediato essa decisão" ."O desespero que significa haver um Governo que, perante uma afirmação feita pela oposição, vai fazer queixinhas aos socialistas espanhóis. Se o engenheiro José Sócrates pensa que o PSD tem medo dos socialistas espanhóis está muito enganado"."será possível que o engenheiro José Sócrates não tenha o sentido de Estado suficiente para que um assunto que é verdadeiramente nosso tenha de ser discutido com os socialistas espanhóis".
Mais do que uma gaffe, a presidente do PSD, líder da oposição, andou muito longe do lema desta espécie de ensaio para a campanha. O comício, o primeiro desde que foi eleita líder dos social-democratas, tinha como lema: a verdade. A verdade é que a referida reportagem da Lusa feita em terras de Espanha foi de facto, elaborada por um correspondente da Lusa que vive em Espanha, e incluía comentários de vários partidos políticos espanhóis sobre as declarações de Manuela Ferreira Leite, incluindo do PP, partido da mesma família europeia do PSD, que defendia que Manuela Ferreira Leite se deveria retratar.
sexta-feira, novembro 21, 2008
Brasil aí vou eu
quinta-feira, novembro 06, 2008
Yes We Can
terça-feira, outubro 14, 2008
É assim que ele pretende ganhar eleições!!!
Decorreu na semana passada, no dia di idoso, mais uma manifestação do que são as actividades municipais.
Não se pondo em causa o mérito ou não da iniciativa, e de os idosos merecerem sempre toda a nossa atenção, revela-se a cada dia que passa o mais vazio de conteúdo deste Executivo.
Sem ideias, sem projectos, sem visão do futuro.
Ao invés, trata do presente curriqueiro para salvaguardar o futuro (eleições).
É nas viagenzinhas, nos comes e bebes, nas tainadas à borla que o Sr. Presidente tenta conquistar algum eleitorado.
Dizemos algum pois outro é, à partida, garantido pelo cumprimento de promessas pessoais à custa do erário público, seja através da contratação de pessoal, seja através de uma ou outra obra que beneficia alguém em particular em detrimento do público em geral.
É a política do garrafão e do compadrio.
Este mandato e este Presidente da Câmara por certo já estão na História como do pior que já aconteceu neste Concelho.
De qualquer forma, o sonho do Sr. Custódio era ser Presidente da Câmara, verdade seja feita nunca disse que o sonho era ser um bom Presidente, até porque isso, só mesmo em sonhos.
A realidade é muito cruel.
Não se pondo em causa o mérito ou não da iniciativa, e de os idosos merecerem sempre toda a nossa atenção, revela-se a cada dia que passa o mais vazio de conteúdo deste Executivo.
Sem ideias, sem projectos, sem visão do futuro.
Ao invés, trata do presente curriqueiro para salvaguardar o futuro (eleições).
É nas viagenzinhas, nos comes e bebes, nas tainadas à borla que o Sr. Presidente tenta conquistar algum eleitorado.
Dizemos algum pois outro é, à partida, garantido pelo cumprimento de promessas pessoais à custa do erário público, seja através da contratação de pessoal, seja através de uma ou outra obra que beneficia alguém em particular em detrimento do público em geral.
É a política do garrafão e do compadrio.
Este mandato e este Presidente da Câmara por certo já estão na História como do pior que já aconteceu neste Concelho.
De qualquer forma, o sonho do Sr. Custódio era ser Presidente da Câmara, verdade seja feita nunca disse que o sonho era ser um bom Presidente, até porque isso, só mesmo em sonhos.
A realidade é muito cruel.
domingo, outubro 05, 2008
Posição do PS em relação à situação do vereador
A bancada socialista da Assembleia Municipal apresentou a sua posição conjunta de modo a que fique bem clara a sua posição.
Antes de mais convém dizer que, tal como referido na Assembleia Municipal, cremos que o Sr Vereador deve ter sido a pessoa com menos culpa em todo o sucedido.
Também não chegámos ao extremo, como um deputado do PSD, de pedir a retirada da confiança política do Vereador, ou da sua demissão. Cada um é como cada qual, e as atitudes ficam com quem as toma.
Aqui fica transcrita a nossa posição transmitida na Assembleia Municipal:
Esta é uma situação lamentável, juridicamente mal resolvida, moralmente grave e politicamente decisiva.
Lamentável pois esta é uma situação escusada, que não poderia nem deveria ter acontecido, surgiu de uma forma displicente e negligente, com atitudes dúbias e com as quais há responsabilidades claras de todos quantos estavam envolvidos.
Juridicamente mal resolvida porque, sem querer entrar nos meandros do direito, vemos falhas claras em todos os momentos do processo, desde o seu começo, com um parecer que conclui por uma solução ilegal, que continuou pela prática reiterada da ilegalidade e que, mesmo agora quando se diz que o vereador repôs o que devia, efectivamente repôs apenas uma ínfima parte, e ao contrario do que parece ou nos querem fazer parecer, não repôs tudo o que legalmente deveria repor.
Vejamos, se ao fim de um ano o acto administrativo ilegal se torna legal, então, assim que aparecerem as primeiras respostas ao problema da retribuição, deveria a Câmara, logo, no imediato, impugnar o acto relativo a 12 meses atrás e não apenas ao ano em curso.
Assim, o que juridicamente há a repor reporta-se a 12 meses atrás do conhecimento do acto administrativo ilegal.
É moralmente grave pois, efectivamente, o Município ficou mais pobre numa quantia acima de 9000 euros. Não só o Município ficou mais pobre como houve um enriquecimento indevido proveniente de 3 anos a receber algo a que não tinha direito. Estamos a falar de dinheiros públicos provenientes dos impostos de todos nós.
Juridicamente sabemos que apenas tem de repor o dinheiro dos doze meses anteriores ao conhecimento do acto (não apenas os 3 que repôs), agora moralmente, o seu dever enquanto eleito pelo povo é repor a totalidade da sua receita indevida.
Esta situação é politicamente decisiva pois é uma situação que apenas aconteceu neste Executivo. Foi um vereador do PSD que enriqueceu à custa do Povo.
Foi o Presidente da Câmara do PSD que aceitou e cumpriu a directiva para se pagar. Não questionou, agiu negligentemente, não quis observar o óbvio, pois esta ilegalidade é óbvia à vista de qualquer pessoa. Será que não tem culpa? Será que quer transformar isto em algo menor? Não podemos pactuar com uma situação tão grave. Não podemos pactuar com o laxismo, negligência, desleixo e incompetência aqui evidentes e que são a imagem de marca deste Executivo.
O PS defende que, mais do que repor a legalidade, reponha-se a moralidade. O Sr. Vereador pode e deve repor a totalidade do que recebeu indevidamente. Só assim se poderá pôr cobro ao desperdício de dinheiros públicos e proveitos indevidos.
Só assim este Executivo poderá ter o mínimo de dignidade, moralidade e responsabilidade para acabar o mandato.
Não o fazer é premiar a arbitrariedade, a conivência, o oportunismo, o compadrio. É criar definitivamente a marca deste Executivo… o nada fazer, nada construir e tudo gastar.Sr. Presidente: haja vergonha e haja decoro.
Antes de mais convém dizer que, tal como referido na Assembleia Municipal, cremos que o Sr Vereador deve ter sido a pessoa com menos culpa em todo o sucedido.
Também não chegámos ao extremo, como um deputado do PSD, de pedir a retirada da confiança política do Vereador, ou da sua demissão. Cada um é como cada qual, e as atitudes ficam com quem as toma.
Aqui fica transcrita a nossa posição transmitida na Assembleia Municipal:
Esta é uma situação lamentável, juridicamente mal resolvida, moralmente grave e politicamente decisiva.
Lamentável pois esta é uma situação escusada, que não poderia nem deveria ter acontecido, surgiu de uma forma displicente e negligente, com atitudes dúbias e com as quais há responsabilidades claras de todos quantos estavam envolvidos.
Juridicamente mal resolvida porque, sem querer entrar nos meandros do direito, vemos falhas claras em todos os momentos do processo, desde o seu começo, com um parecer que conclui por uma solução ilegal, que continuou pela prática reiterada da ilegalidade e que, mesmo agora quando se diz que o vereador repôs o que devia, efectivamente repôs apenas uma ínfima parte, e ao contrario do que parece ou nos querem fazer parecer, não repôs tudo o que legalmente deveria repor.
Vejamos, se ao fim de um ano o acto administrativo ilegal se torna legal, então, assim que aparecerem as primeiras respostas ao problema da retribuição, deveria a Câmara, logo, no imediato, impugnar o acto relativo a 12 meses atrás e não apenas ao ano em curso.
Assim, o que juridicamente há a repor reporta-se a 12 meses atrás do conhecimento do acto administrativo ilegal.
É moralmente grave pois, efectivamente, o Município ficou mais pobre numa quantia acima de 9000 euros. Não só o Município ficou mais pobre como houve um enriquecimento indevido proveniente de 3 anos a receber algo a que não tinha direito. Estamos a falar de dinheiros públicos provenientes dos impostos de todos nós.
Juridicamente sabemos que apenas tem de repor o dinheiro dos doze meses anteriores ao conhecimento do acto (não apenas os 3 que repôs), agora moralmente, o seu dever enquanto eleito pelo povo é repor a totalidade da sua receita indevida.
Esta situação é politicamente decisiva pois é uma situação que apenas aconteceu neste Executivo. Foi um vereador do PSD que enriqueceu à custa do Povo.
Foi o Presidente da Câmara do PSD que aceitou e cumpriu a directiva para se pagar. Não questionou, agiu negligentemente, não quis observar o óbvio, pois esta ilegalidade é óbvia à vista de qualquer pessoa. Será que não tem culpa? Será que quer transformar isto em algo menor? Não podemos pactuar com uma situação tão grave. Não podemos pactuar com o laxismo, negligência, desleixo e incompetência aqui evidentes e que são a imagem de marca deste Executivo.
O PS defende que, mais do que repor a legalidade, reponha-se a moralidade. O Sr. Vereador pode e deve repor a totalidade do que recebeu indevidamente. Só assim se poderá pôr cobro ao desperdício de dinheiros públicos e proveitos indevidos.
Só assim este Executivo poderá ter o mínimo de dignidade, moralidade e responsabilidade para acabar o mandato.
Não o fazer é premiar a arbitrariedade, a conivência, o oportunismo, o compadrio. É criar definitivamente a marca deste Executivo… o nada fazer, nada construir e tudo gastar.Sr. Presidente: haja vergonha e haja decoro.
terça-feira, setembro 30, 2008
Assembleia de ontem
Decorreu ontem mais uma Assembleia Municipal animada, que durou o dia todo.
Muito foi discutido, sendo o assunto mais debatido, o Relatório da inspecção do IGAL.
Dentro dele, naturalmente, o caso do Vereador Jorge Oliveira Pinto teve o destaque até porque, no próprio Relatório tem importância crucial.
O que está em causa é uma verba de 9000 euros proveniente de direitos de representação e subsídios de refeição aos quais legalmente não teria direito.
Também se falou do resto do relatório e de várias falhas lá descritas, incluindo muitas horas extraordinárias pagas e não autorizadas, entre outras coisas.
Discutiu-se também o IMI e os 5% de IRS que poderiam ser ou não para receita do Município.
Houve muita discussão, e foi pena o público e a Comunicação Social não terem aparecido.
Muito foi discutido, sendo o assunto mais debatido, o Relatório da inspecção do IGAL.
Dentro dele, naturalmente, o caso do Vereador Jorge Oliveira Pinto teve o destaque até porque, no próprio Relatório tem importância crucial.
O que está em causa é uma verba de 9000 euros proveniente de direitos de representação e subsídios de refeição aos quais legalmente não teria direito.
Também se falou do resto do relatório e de várias falhas lá descritas, incluindo muitas horas extraordinárias pagas e não autorizadas, entre outras coisas.
Discutiu-se também o IMI e os 5% de IRS que poderiam ser ou não para receita do Município.
Houve muita discussão, e foi pena o público e a Comunicação Social não terem aparecido.
terça-feira, setembro 23, 2008
Assembleia Municipal dia 29 - Segunda feira
Temos na próxima segunda feira a primeira Assembleia Municipal pós férias.
Será uma Assembleia importante, onde se vão tratar algumas questões de relevo.
Temos o IMI, temos também agora a questão dos 5% do IRS, questão relevante parao futuro do Concelho.
Também se irá discutir o relatório do IGAL e algumas questões relativas a dinheiros recebidos indevidamente.
Será com certeza uma reunião animada que esperamos que tenha a cobertura noticiosa que merece, e também a participação do público em geral que é sempre bom que apareça.
Será uma Assembleia importante, onde se vão tratar algumas questões de relevo.
Temos o IMI, temos também agora a questão dos 5% do IRS, questão relevante parao futuro do Concelho.
Também se irá discutir o relatório do IGAL e algumas questões relativas a dinheiros recebidos indevidamente.
Será com certeza uma reunião animada que esperamos que tenha a cobertura noticiosa que merece, e também a participação do público em geral que é sempre bom que apareça.
quinta-feira, julho 31, 2008
Lemos no jornal cá da zona uma notícia que dizia que estava previsto a Câmara investir 3 milhões de Euros em 3 obras para o Concelho:
Arrelvamento do Estádio da Pedralva
Via rápida até Soutosa
Ligação Touro-Alhais
Ora, isto deixou-nos curiosos porquanto o Arrelvamento será financiado a bem mais de 50%
A Via rápida até Soutosa, mais não é do que uma obra do Estado que foi esta semana apresentada por um Secretário de Estado e que envolve zero euros do Município.
Ora, só resta a ligação Touro-Alhais. E aqui perguntamos: Qual a razão de ser deste investimento? Que benefícios trará para o Concelho?
Será assim tão importante? Crucial para o nosso desenvolvimento? Não haverá outros investimentos que servirão melhor o Concelho?
É verdade que o Município opta pela maneira de gastar os vários milhões que recebe todos os anos para investimento, mas é tudo uma questão de boas ou más opções, e esta parece-nos que não é das boas.
Arrelvamento do Estádio da Pedralva
Via rápida até Soutosa
Ligação Touro-Alhais
Ora, isto deixou-nos curiosos porquanto o Arrelvamento será financiado a bem mais de 50%
A Via rápida até Soutosa, mais não é do que uma obra do Estado que foi esta semana apresentada por um Secretário de Estado e que envolve zero euros do Município.
Ora, só resta a ligação Touro-Alhais. E aqui perguntamos: Qual a razão de ser deste investimento? Que benefícios trará para o Concelho?
Será assim tão importante? Crucial para o nosso desenvolvimento? Não haverá outros investimentos que servirão melhor o Concelho?
É verdade que o Município opta pela maneira de gastar os vários milhões que recebe todos os anos para investimento, mas é tudo uma questão de boas ou más opções, e esta parece-nos que não é das boas.
sexta-feira, julho 25, 2008
Novidades sobre a EN229
Viseu e Sátão vão ficar ligadas por uma nova estrada, com perfil de auto-estrada. Trata-se da via que substituirá a polémica EN229 e que era reclamada há mais de 20 anos.
A via vai custar 21 milhões de euros. O estudo prévio da nova via rápida, está a ser elaborado. Será um corredor novo, de 15 quilómetros, que terá início em Pereiro, junto à variante Sátão/Vila Nova de Paiva, e desembocará na A25, na zona do Caçador, em Viseu, na curva da "bossa do camelo".
O traçado da EN229 será também beneficiado. A beneficiação da estrada nacional vai custar 7,8 milhões de euros.
O anúncio foi feito, na segunda-feira, dia 14, pelo deputado socialista José Junqueiro. "É a concretização das promessas do primeiro-ministro, na reunião que realizou, com todos os presidentes de câmara do distrito ", lembrou o deputado em conferência de imprensa.
O presidente da Câmara de Viseu, Fernando Ruas, respondeu a este anúncio com muitos receios.
"Espero para ver. Estive reunido recentemente com o vice-presidente das Estradas de Portugal e ele não sabia de nada", disse.
Fernando Ruas referiu, mais uma vez, que não lhe agrada o plano de acção do Governo para a construção da nova via, entre Viseu e Sátão, e a requalificação do actual traçado: "Não temos motivos para embandeirar em arco".
In Jornal do Centro
Ora esta é uma excelente notícia e será uma realidade em breve. Não só a tão aguardada nova ligação a Viseu como também a requalificação da estrada actual.
Mais uma vez, só com os Governos Socialistas temos direitos a novas e boas vias de comunicação e acessibilidades condignas para o Concelho e para o Distrito.
Uns prometem e criticam, outros fazem, essa é a grande diferença.
A via vai custar 21 milhões de euros. O estudo prévio da nova via rápida, está a ser elaborado. Será um corredor novo, de 15 quilómetros, que terá início em Pereiro, junto à variante Sátão/Vila Nova de Paiva, e desembocará na A25, na zona do Caçador, em Viseu, na curva da "bossa do camelo".
O traçado da EN229 será também beneficiado. A beneficiação da estrada nacional vai custar 7,8 milhões de euros.
O anúncio foi feito, na segunda-feira, dia 14, pelo deputado socialista José Junqueiro. "É a concretização das promessas do primeiro-ministro, na reunião que realizou, com todos os presidentes de câmara do distrito ", lembrou o deputado em conferência de imprensa.
O presidente da Câmara de Viseu, Fernando Ruas, respondeu a este anúncio com muitos receios.
"Espero para ver. Estive reunido recentemente com o vice-presidente das Estradas de Portugal e ele não sabia de nada", disse.
Fernando Ruas referiu, mais uma vez, que não lhe agrada o plano de acção do Governo para a construção da nova via, entre Viseu e Sátão, e a requalificação do actual traçado: "Não temos motivos para embandeirar em arco".
In Jornal do Centro
Ora esta é uma excelente notícia e será uma realidade em breve. Não só a tão aguardada nova ligação a Viseu como também a requalificação da estrada actual.
Mais uma vez, só com os Governos Socialistas temos direitos a novas e boas vias de comunicação e acessibilidades condignas para o Concelho e para o Distrito.
Uns prometem e criticam, outros fazem, essa é a grande diferença.
quinta-feira, abril 17, 2008
Outras propostas
Apesar de ter havido zero comentários às várias propostas da Juventude Socialista para o Cocelho, deixamos aqui mais algumas que, não sendo necessariamente políticas de juventude, são políticas que cremos ser necessárias para o Concelho.
Primeiro que tudo... as empresas. Ao contrário do que o actual executivo entende, o futuro do Concelho tem sempre de passar pelo apoio às empresas instaladas e a instalar.
Relembrando o ninho de empresas já falado em outro post, mas também apostar na redução de taxas para empresas que criem emprego.
Assim motivam-se as empresas para a criação de emprego no Concelho.
Quando muitos falaram e falam de uma nova Zona Industrial a instalar em Pendilhe ou Vila Cova à Coelheira, nós JS, defendemos que, para algum dia isso ser possível, importante será criar condições e negociar a remodelação da estrada para Castro Daire e a A24.
Só terá lógica uma Zona Industrial no norte do Concelho se houver o apelo da Auto Estrada estar perto e com boas acessibilidades, caso contrário estaria condenada ao fracasso.
A Js defende também a efectiva criação de bolsas de estudo para o Ensino Superior.
Dizemos efectiva pois está previsto em todos os Planos com uma quantia irrisória.
Cremos que a criação de 2 ou 3 bolsas para alunos com bom aproveitamento escolar e familia com baixos rendimentos seria uma boa aposta para a criação de futuros quadros do Concelho.
Seriam bolsas a pagar durante 9 meses, sempre dependente dos resultados no Ensino Superior, numa mensalidade que poderia ser de 100 a 150 Euros.
Encontrar com os comerciantes do Concelho uma forma de revitalizar a economia local com iniciativas culturais nas zonas comerciais, e também criar o cartão jovem municipal, com descontos nas lojas do Concelho aderentes.
Temos de apostar também na efectiva gratuitidade do Ensino obrigatório. Livros, cadernos, estojos, ferramentas de trabalho, tudo deve ser gratuito para as crianças como meio de apoiar as famílias e a natalidade.
Tem de haver ideias sólidas em relação à promoção da natalidade e não é uma medida avulsa (apenas publicitada numa entrevista) de alguns euros que fará a diferença. Tem de haver uma aposta clara. O que propomos é apenas um exemplo do que se pode fazer.
Por último, e como também o post já vai longo, uma medida que vai no sentido da suposta aposta do Sr. Presidente da Câmara: o Turismo.
Criação e divulgação de um festival gastronómico, feira da truta, festival da truta, algo do género.
Um fim de semana em que os restaurantes do Concelho apostarão na truta como prato principal, das maisvariadas formas.
Um fim de semana com largada de trutas para atrairmos também os pescadores.
Ligação total com o arbutos do Demo e a sua divulgação, sendo aí, o centro de todo o fim de semana, promovendo a amostra e venda de profutos locais e regionais, e do próprio Parque.
Fazer do roteiro arqueológico uma realidade e não apenas um papel, com vários guias a circular durante todo o fim de semana.
Creio que um fim de semana deste género seria a curto e médio prazo algo de decisivo para o Concelho, pondo-o no mapa, trazendo gente, trazendo receita, e publicidade para tudo o que de bom tem o Concelho.
São algumas ideias que ficam, e que esperamos sejam tidas em conta.
Para finalizar, porque não fazer como muitos Concelhos estão a fazer e reduzir o IRS para assim cativar gente para morar no Concelho?
Primeiro que tudo... as empresas. Ao contrário do que o actual executivo entende, o futuro do Concelho tem sempre de passar pelo apoio às empresas instaladas e a instalar.
Relembrando o ninho de empresas já falado em outro post, mas também apostar na redução de taxas para empresas que criem emprego.
Assim motivam-se as empresas para a criação de emprego no Concelho.
Quando muitos falaram e falam de uma nova Zona Industrial a instalar em Pendilhe ou Vila Cova à Coelheira, nós JS, defendemos que, para algum dia isso ser possível, importante será criar condições e negociar a remodelação da estrada para Castro Daire e a A24.
Só terá lógica uma Zona Industrial no norte do Concelho se houver o apelo da Auto Estrada estar perto e com boas acessibilidades, caso contrário estaria condenada ao fracasso.
A Js defende também a efectiva criação de bolsas de estudo para o Ensino Superior.
Dizemos efectiva pois está previsto em todos os Planos com uma quantia irrisória.
Cremos que a criação de 2 ou 3 bolsas para alunos com bom aproveitamento escolar e familia com baixos rendimentos seria uma boa aposta para a criação de futuros quadros do Concelho.
Seriam bolsas a pagar durante 9 meses, sempre dependente dos resultados no Ensino Superior, numa mensalidade que poderia ser de 100 a 150 Euros.
Encontrar com os comerciantes do Concelho uma forma de revitalizar a economia local com iniciativas culturais nas zonas comerciais, e também criar o cartão jovem municipal, com descontos nas lojas do Concelho aderentes.
Temos de apostar também na efectiva gratuitidade do Ensino obrigatório. Livros, cadernos, estojos, ferramentas de trabalho, tudo deve ser gratuito para as crianças como meio de apoiar as famílias e a natalidade.
Tem de haver ideias sólidas em relação à promoção da natalidade e não é uma medida avulsa (apenas publicitada numa entrevista) de alguns euros que fará a diferença. Tem de haver uma aposta clara. O que propomos é apenas um exemplo do que se pode fazer.
Por último, e como também o post já vai longo, uma medida que vai no sentido da suposta aposta do Sr. Presidente da Câmara: o Turismo.
Criação e divulgação de um festival gastronómico, feira da truta, festival da truta, algo do género.
Um fim de semana em que os restaurantes do Concelho apostarão na truta como prato principal, das maisvariadas formas.
Um fim de semana com largada de trutas para atrairmos também os pescadores.
Ligação total com o arbutos do Demo e a sua divulgação, sendo aí, o centro de todo o fim de semana, promovendo a amostra e venda de profutos locais e regionais, e do próprio Parque.
Fazer do roteiro arqueológico uma realidade e não apenas um papel, com vários guias a circular durante todo o fim de semana.
Creio que um fim de semana deste género seria a curto e médio prazo algo de decisivo para o Concelho, pondo-o no mapa, trazendo gente, trazendo receita, e publicidade para tudo o que de bom tem o Concelho.
São algumas ideias que ficam, e que esperamos sejam tidas em conta.
Para finalizar, porque não fazer como muitos Concelhos estão a fazer e reduzir o IRS para assim cativar gente para morar no Concelho?
quarta-feira, abril 09, 2008
“Governo Presente” dois dias em Viseu
A partir de 2011 vai ser possível chegar de Viseu a Coimbra em meia hora, por auto-estrada. A garantia foi dada pelo primeiro-ministro, José Sócrates, no sábado, dia 29 de Março, em Mortágua ao lançar a concessão do troço de 68 quilómetros que irá substituir o IP3.
Tratou-se da primeira etapa do "Governo Presente" durante dois dias no distrito de Viseu (29 e 30 de Março).
O anúncio fez parte do lançamento do concurso público para a concessão Auto-estradas do Centro que contempla ainda a construção do IC12 entre Mealhada e Mangualde e do IC2 entre Coimbra e Oliveira de Azeméis. Um empreendimento de 184 quilómetros de novas estradas, bem como a conservação e exploração de outros 185 quilómetros, que representa um investimento de 740 milhões de euros e irá beneficiar directamente 1,6 milhões de pessoas, de 17 concelhos da região Centro (sete do distrito de Viseu).
Com a construção do "novo IP3", o Governo anuncia que irá reduzir-se a sinistralidade em cerca de 22 por cento e o tempo de percurso em 42 por cento.
Já o IC12, que no distrito engloba um troço entre Mangualde e Mortágua, permitirá completar o eixo de ligação entre o IP3 e a A25 com melhores ligações na região. A diminuição do tempo médio de percurso entre Mortágua e Mangualde será de 30 minutos.
José Sócrates considerou o investimento Auto-estradas do Centro "estratégico" para o desenvolvimento de Viseu, Aveiro e Coimbra. Na opinião do primeiro-ministro significa três coisas: "melhoria da qualidade de vida das populações, forte impulso à competitividade económica da região e salvar vidas".
Sócrates foi recebido com entusiasmo em Mortágua, num ambiente marcado pela presença, pouco expressiva, de manifestantes da Anadia em consequência do encerramento das urgências e o "boicote" das figuras do PSD, nomeadamente o presidente da Câmara de Viseu, Fernando Ruas, por não concordar com o local escolhido para a cerimónia.
O presidente da Câmara de Mortágua, Afonso Abrantes (PS) mostrou-se "convicto que haverá um tempo antes e um tempo depois" para o concelho, acreditando que os investidores vão apostar mais depois de construída a auto-estrada.
PSD e PS trocam acusações. A Comissão Política Distrital de Viseu do PSD considerou a visita do primeiro-ministro, uma medida eleitoralista. Uma opinião contrariada pela Federação Socialista. O presidente, José Junqueiro respondeu em conferência de imprensa que os adversários têm sido "uma oposição deprimida, desmentida pelos factos".
In Jornal do Centro
Se atentarmos ao facto de em 2005 o n.º de km de auto estrada no distrito de Viseu era de 73, bem vemos quão imortante é o anúncio da nova Auto Estrada.
Tratou-se da primeira etapa do "Governo Presente" durante dois dias no distrito de Viseu (29 e 30 de Março).
O anúncio fez parte do lançamento do concurso público para a concessão Auto-estradas do Centro que contempla ainda a construção do IC12 entre Mealhada e Mangualde e do IC2 entre Coimbra e Oliveira de Azeméis. Um empreendimento de 184 quilómetros de novas estradas, bem como a conservação e exploração de outros 185 quilómetros, que representa um investimento de 740 milhões de euros e irá beneficiar directamente 1,6 milhões de pessoas, de 17 concelhos da região Centro (sete do distrito de Viseu).
Com a construção do "novo IP3", o Governo anuncia que irá reduzir-se a sinistralidade em cerca de 22 por cento e o tempo de percurso em 42 por cento.
Já o IC12, que no distrito engloba um troço entre Mangualde e Mortágua, permitirá completar o eixo de ligação entre o IP3 e a A25 com melhores ligações na região. A diminuição do tempo médio de percurso entre Mortágua e Mangualde será de 30 minutos.
José Sócrates considerou o investimento Auto-estradas do Centro "estratégico" para o desenvolvimento de Viseu, Aveiro e Coimbra. Na opinião do primeiro-ministro significa três coisas: "melhoria da qualidade de vida das populações, forte impulso à competitividade económica da região e salvar vidas".
Sócrates foi recebido com entusiasmo em Mortágua, num ambiente marcado pela presença, pouco expressiva, de manifestantes da Anadia em consequência do encerramento das urgências e o "boicote" das figuras do PSD, nomeadamente o presidente da Câmara de Viseu, Fernando Ruas, por não concordar com o local escolhido para a cerimónia.
O presidente da Câmara de Mortágua, Afonso Abrantes (PS) mostrou-se "convicto que haverá um tempo antes e um tempo depois" para o concelho, acreditando que os investidores vão apostar mais depois de construída a auto-estrada.
PSD e PS trocam acusações. A Comissão Política Distrital de Viseu do PSD considerou a visita do primeiro-ministro, uma medida eleitoralista. Uma opinião contrariada pela Federação Socialista. O presidente, José Junqueiro respondeu em conferência de imprensa que os adversários têm sido "uma oposição deprimida, desmentida pelos factos".
In Jornal do Centro
Se atentarmos ao facto de em 2005 o n.º de km de auto estrada no distrito de Viseu era de 73, bem vemos quão imortante é o anúncio da nova Auto Estrada.
terça-feira, abril 01, 2008
Recolha Resíduos Selectiva Porta a Porta
O concelho de Vila Nova de Paiva é constituído quase na sua globalidade por vivendas isoladas, estando distante da realidade dos grandes aglomerados urbanos onde a habitação quase se resume a apartamentos onde o espaço não abunda.
Esta particularidade no nosso concelho permite implantar uma Política de Gestão de Resíduos que eleja a separação dos resíduos como uma prioridade, estabelecendo metas ambiciosas nas percentagens de resíduos que entrem nas fileiras da reciclagem.
A recolha selectiva de resíduos porta a porta é uma medida que certamente iria contribuir significativamente para o aumento da percentagem de recolha de resíduos recicláveis, diminuindo consequentemente a quantidade de resíduos encaminhada para aterro.
A recolha diferenciada de resíduos deve ser uma prioridade, uma vez que ao reciclar estamos a poupar recursos, matérias-primas, estamos a poupar para a geração de amanhã.
A recolha de resíduos porta a porta pode ser feita através da marcação de dias específicos para recolha de papel, de plástico, de embalagens, de equipamento eléctrico e electrónico.
É uma Política que tem custos associados, estamos a falar de custos na obtenção de recipientes para colocar os resíduos, mas a recolha de resíduos valorizáveis também é um bom negócio de onde podem provir lucros significativos.
Um lucro é real e efectivo, que é a contribuição que um concelho que pretende ser "Capital Ecológica" pode dar na preservação do ambiente e dos recursos naturais.
Esta particularidade no nosso concelho permite implantar uma Política de Gestão de Resíduos que eleja a separação dos resíduos como uma prioridade, estabelecendo metas ambiciosas nas percentagens de resíduos que entrem nas fileiras da reciclagem.
A recolha selectiva de resíduos porta a porta é uma medida que certamente iria contribuir significativamente para o aumento da percentagem de recolha de resíduos recicláveis, diminuindo consequentemente a quantidade de resíduos encaminhada para aterro.
A recolha diferenciada de resíduos deve ser uma prioridade, uma vez que ao reciclar estamos a poupar recursos, matérias-primas, estamos a poupar para a geração de amanhã.
A recolha de resíduos porta a porta pode ser feita através da marcação de dias específicos para recolha de papel, de plástico, de embalagens, de equipamento eléctrico e electrónico.
É uma Política que tem custos associados, estamos a falar de custos na obtenção de recipientes para colocar os resíduos, mas a recolha de resíduos valorizáveis também é um bom negócio de onde podem provir lucros significativos.
Um lucro é real e efectivo, que é a contribuição que um concelho que pretende ser "Capital Ecológica" pode dar na preservação do ambiente e dos recursos naturais.
sexta-feira, março 28, 2008
Visita do Primeiro MInistro
Soubemos ontem que o Sr. Primeiro Ministro estará no Concelho este fim de semana.
Naturalmente é sempre uma boa notícia.
De início pensámos... talvez venha pôr a primeira pedra da Escola Profissional já que a visita é a Vila Cova.
Afinal não, tem a ver com o alargamento do Lar.
Não é todos os dias que se recebe a visita do Primeiro Ministro, e de um Ministro e de um Secretário de Estado.
Também é verdade que este Concelho apenas está habituado a receber a visita dos Governos Socialistas (Guterres tinha sido o último a vir cá), como também apenas está habituado a que sejam os Governos Socialistas a investir no Concelho, a lançar obras, enfim...
Pena é que nem sempre as populações se lembrem disso, principalmente num Concelho tão laranja quanto o nosso.
De lamentar, o facto de esta visita ser quase esquecida. Sabe-se por acaso.
É de lamentar a atitude do Presidente da Câmara que, em altura (quer queiramos quer não) tão ilustre, não comunique à Assembleia Municipal, às forças vivas do Concelho e entidades.
Não se pode compreender esta situação, é incompreensível e inaceitável.
Para quem ainda não sabe, está prevista a chegada por volta das seis da tarde, no Lar de Vila Cova à Coelheira.
Naturalmente é sempre uma boa notícia.
De início pensámos... talvez venha pôr a primeira pedra da Escola Profissional já que a visita é a Vila Cova.
Afinal não, tem a ver com o alargamento do Lar.
Não é todos os dias que se recebe a visita do Primeiro Ministro, e de um Ministro e de um Secretário de Estado.
Também é verdade que este Concelho apenas está habituado a receber a visita dos Governos Socialistas (Guterres tinha sido o último a vir cá), como também apenas está habituado a que sejam os Governos Socialistas a investir no Concelho, a lançar obras, enfim...
Pena é que nem sempre as populações se lembrem disso, principalmente num Concelho tão laranja quanto o nosso.
De lamentar, o facto de esta visita ser quase esquecida. Sabe-se por acaso.
É de lamentar a atitude do Presidente da Câmara que, em altura (quer queiramos quer não) tão ilustre, não comunique à Assembleia Municipal, às forças vivas do Concelho e entidades.
Não se pode compreender esta situação, é incompreensível e inaceitável.
Para quem ainda não sabe, está prevista a chegada por volta das seis da tarde, no Lar de Vila Cova à Coelheira.
terça-feira, março 18, 2008
Após a solidificação democrática do poder autárquico e de uma geração de políticas autárquicas que residiu na criação e na aposta clara em infra-estruturas básicas, encontramo-nos agora numa nova geração de políticas autárquicas.
Encaramos as autarquias como agentes e parceiros no Emprego, nas Politicas Sociais, na Cultura, no Desporto, no Desenvolvimento sustentado e sustentável.
É, pois, aqui que a Juventude Socialista aposta decisivamente.
Na procura das soluções necessárias para que as autarquias sejam de facto o motor de desenvolvimento que os cidadãos necessitam e ajudem a criar a qualidade de vida que todos anseiam.Temos de lutar para que seja uma realidade.
Só um concelho com uma economia viva, adaptada às necessidades locais e com uma forte índole empreendedora, permite satisfazer uma das maiores necessidades e anseios dos jovens para garantirem a sua autonomização e contribuir cabalmente para a sua emancipação, ou seja, o acesso ao Emprego e Habitação!
É fundamental criar condições para que os jovens sejam empreendedores e produzam investimentos em áreas chave, na clara contribuição para uma base económica local forte que dinamize o tecido empresarial e que, por sua vez, dê respostas às várias competências técnicas dos jovens quadros.
Consideramos que a fixação das camadas jovens nos Concelhos depende crucialmente das oportunidades de emancipação e de autonomia que cada Município proporciona.
A Concelhia da JS de Vila Nova de Paiva propõe a realização de um Plano Municipal capaz de dinamizar as condições desejadas para a fixação dos jovens no seu município de origem, evitando assim a sua fuga para as grandes cidades na busca incansável de novas oportunidades e de realização humana e profissional.
Esse plano traduz-se na implementação de dois programas que consideramos fundamentais: o programa “Criar” e o programa “Habitar”.
Só assim é que estamos a contribuir para o futuro da JUVENTUDE PAIVENSE.
Encaramos as autarquias como agentes e parceiros no Emprego, nas Politicas Sociais, na Cultura, no Desporto, no Desenvolvimento sustentado e sustentável.
É, pois, aqui que a Juventude Socialista aposta decisivamente.
Na procura das soluções necessárias para que as autarquias sejam de facto o motor de desenvolvimento que os cidadãos necessitam e ajudem a criar a qualidade de vida que todos anseiam.Temos de lutar para que seja uma realidade.
Só um concelho com uma economia viva, adaptada às necessidades locais e com uma forte índole empreendedora, permite satisfazer uma das maiores necessidades e anseios dos jovens para garantirem a sua autonomização e contribuir cabalmente para a sua emancipação, ou seja, o acesso ao Emprego e Habitação!
É fundamental criar condições para que os jovens sejam empreendedores e produzam investimentos em áreas chave, na clara contribuição para uma base económica local forte que dinamize o tecido empresarial e que, por sua vez, dê respostas às várias competências técnicas dos jovens quadros.
Consideramos que a fixação das camadas jovens nos Concelhos depende crucialmente das oportunidades de emancipação e de autonomia que cada Município proporciona.
A Concelhia da JS de Vila Nova de Paiva propõe a realização de um Plano Municipal capaz de dinamizar as condições desejadas para a fixação dos jovens no seu município de origem, evitando assim a sua fuga para as grandes cidades na busca incansável de novas oportunidades e de realização humana e profissional.
Esse plano traduz-se na implementação de dois programas que consideramos fundamentais: o programa “Criar” e o programa “Habitar”.
Só assim é que estamos a contribuir para o futuro da JUVENTUDE PAIVENSE.
quinta-feira, março 13, 2008
Nova etapa
A partir de hoje vamos ter um novo método neste blog.
Como é de evitar estar muito tempo com o mesmo post, vamos tentar colocar pelo menos um post por semana, havendo assim vários dias para comentários.
Este fim de semana será colocado um primeiro post relativo ao que a Juventude Socialista defende para o Concelho.
Será um conjunto de medidas que gostaríamos de ver implementadas, baseadas numa política séria de juventude e não só.
Naturalmente que nos debruçaremos mais sobre as políticas de juventude, emprego para os jovens, mas não só.
Será uma parte da nossa visão para o futuro do Concelho.
Como é de evitar estar muito tempo com o mesmo post, vamos tentar colocar pelo menos um post por semana, havendo assim vários dias para comentários.
Este fim de semana será colocado um primeiro post relativo ao que a Juventude Socialista defende para o Concelho.
Será um conjunto de medidas que gostaríamos de ver implementadas, baseadas numa política séria de juventude e não só.
Naturalmente que nos debruçaremos mais sobre as políticas de juventude, emprego para os jovens, mas não só.
Será uma parte da nossa visão para o futuro do Concelho.
quarta-feira, fevereiro 27, 2008
Seremos só nós a achar estranho?
Era uma vez um terreno pertencente à Junta de Freguesia de Vila Nova de Paiva.
Esse terreno é cedido para a construção da sede do Rancho Folclórico e do Paivense.
Mais tarde, afinal, fica só para o Rancho. Quem paga a obra? Todos nós naturalmente.
Pedem-se financiamentos estatais que são concedidos. O próprio Secretário de estado, Dr. Cesário vem a Vila Nova de Paiva e anuncia o investimento para a obra da sede do Rancho.
A obra lá foi projectada de acordo com as necessidades do Rancho e agora que está na parte final o que acontece?
Afinal a Direcção do Rancho acha que a obra não está adequada às suas necessidades. Foi azar, só pode. O que servia para uma direcção já não serve para outra (esperemos que não haja eleições novamente).
Entretanto define-se que Vila Nova de Paiva terá Julgados de Paz.
Ora, nem mais... que melhor local para eles do que a ainda futura sede do Rancho? Assim o Presidente da Câmara pensou e mais tentou fazer. O problema é que o local é do Rancho, que quer contrapartidas e nova sede.
Exige não só um novo local como ainda que a Câmara pague uma renda no local onde ensaiam.
Claro, porque pelo visto, neste Concelho, a única Instituição que pode dar ou agir sem interesses é mesmo a Câmara Municipal.
O que faz o Sr. Presidente? Claro, vai negociar uma renda e aceita construir nova sede.
Ora, mas renda a quem? Casa do Povo pois claro, que não pode ceder instalações ao Rancho gratuitamente porque isto de fazer coisas à borla não pode ser!!!!
O Sr Presidente começa por oferecer 50 euros por mês, mas afinal da última vez já se ia em mais de 350.
Tudo para que o Rancho possa ensaiar (sim, porque não podem arranjar um local por eles próprios, nem andaram anos a fio a usufruir de instalações municipais à borla).
Ora, isto tudo é uma grande trapalhada e envolve situações que a nosso ver são muito pouco claras.
Este suposto pagamento da Câmara à Casa do Povo terá alguma lógica? Fará algum sentido para alguém?
Pelo que se ouve nas ruas, as finanças dessa instituição já tiveram melhores dias. Será esta uma forma de reduzir dívidas? Mas se assim for, normalmente quem tem problemas de dinheiro vai ao Banco, não à Câmara.
Por outro lado, também se ouviu que o Sr Presidente da Câmara fez promessas de emprego, e que também estão relacionadas com os Julgados de Paz (a génese deste "problema").
Pelo que se ouviu em Assembleia Municipal pela boca do Presidente da Junta de Vila Nova de Paiva, afinal, supostamente, fala-se no Presidente da Casa do Povo para ir para os Julgados de Paz.
Será que se vê aqui algo em comum em toda esta trapalhada?
O Rancho sai da sua futura sede para lá serem instalados os Julgados de Paz. O Rancho vai ensaiar para a Casa do Povo à qual a Câmara paga a renda enquanto constrói nova sede para o Rancho. O Presidente da Casa do Povo, pelo que se diz, vai para os Julgados de Paz.
Se juntarmos a isto corpos gerentes do Rancho que também pertencem à Câmara, digamos que a trapalhada não tem fim.
Moral da História? Sinceramente se há coisa que a história não tem é moral.
Seremos só nós a achar estranho?????
Esse terreno é cedido para a construção da sede do Rancho Folclórico e do Paivense.
Mais tarde, afinal, fica só para o Rancho. Quem paga a obra? Todos nós naturalmente.
Pedem-se financiamentos estatais que são concedidos. O próprio Secretário de estado, Dr. Cesário vem a Vila Nova de Paiva e anuncia o investimento para a obra da sede do Rancho.
A obra lá foi projectada de acordo com as necessidades do Rancho e agora que está na parte final o que acontece?
Afinal a Direcção do Rancho acha que a obra não está adequada às suas necessidades. Foi azar, só pode. O que servia para uma direcção já não serve para outra (esperemos que não haja eleições novamente).
Entretanto define-se que Vila Nova de Paiva terá Julgados de Paz.
Ora, nem mais... que melhor local para eles do que a ainda futura sede do Rancho? Assim o Presidente da Câmara pensou e mais tentou fazer. O problema é que o local é do Rancho, que quer contrapartidas e nova sede.
Exige não só um novo local como ainda que a Câmara pague uma renda no local onde ensaiam.
Claro, porque pelo visto, neste Concelho, a única Instituição que pode dar ou agir sem interesses é mesmo a Câmara Municipal.
O que faz o Sr. Presidente? Claro, vai negociar uma renda e aceita construir nova sede.
Ora, mas renda a quem? Casa do Povo pois claro, que não pode ceder instalações ao Rancho gratuitamente porque isto de fazer coisas à borla não pode ser!!!!
O Sr Presidente começa por oferecer 50 euros por mês, mas afinal da última vez já se ia em mais de 350.
Tudo para que o Rancho possa ensaiar (sim, porque não podem arranjar um local por eles próprios, nem andaram anos a fio a usufruir de instalações municipais à borla).
Ora, isto tudo é uma grande trapalhada e envolve situações que a nosso ver são muito pouco claras.
Este suposto pagamento da Câmara à Casa do Povo terá alguma lógica? Fará algum sentido para alguém?
Pelo que se ouve nas ruas, as finanças dessa instituição já tiveram melhores dias. Será esta uma forma de reduzir dívidas? Mas se assim for, normalmente quem tem problemas de dinheiro vai ao Banco, não à Câmara.
Por outro lado, também se ouviu que o Sr Presidente da Câmara fez promessas de emprego, e que também estão relacionadas com os Julgados de Paz (a génese deste "problema").
Pelo que se ouviu em Assembleia Municipal pela boca do Presidente da Junta de Vila Nova de Paiva, afinal, supostamente, fala-se no Presidente da Casa do Povo para ir para os Julgados de Paz.
Será que se vê aqui algo em comum em toda esta trapalhada?
O Rancho sai da sua futura sede para lá serem instalados os Julgados de Paz. O Rancho vai ensaiar para a Casa do Povo à qual a Câmara paga a renda enquanto constrói nova sede para o Rancho. O Presidente da Casa do Povo, pelo que se diz, vai para os Julgados de Paz.
Se juntarmos a isto corpos gerentes do Rancho que também pertencem à Câmara, digamos que a trapalhada não tem fim.
Moral da História? Sinceramente se há coisa que a história não tem é moral.
Seremos só nós a achar estranho?????
sexta-feira, fevereiro 08, 2008
Isto é que é Capital Ecológica?
Nós já sabíamos, e na altura certa o dissémos, que o título Capital Ecológica, servia tanto como nada. Aliás, conforme o Presidente se lembrou desse título poder-se-ia ter lembrado de outro qualquer, a validade seria a mesma.
Sabíamos também que este título (auto proclamado) poderia também servir para, em nome da ecologia, nada fazer no Concelho, e isso confirma-se.
Agora uma questão:
Que raio de Capital Ecológica é esta em que nem a água se pode beber?
Não será a água (para a qual supostamente há também uma Rota) algo de extrema importância com ou sem capital ecológica?
Sabíamos também que este título (auto proclamado) poderia também servir para, em nome da ecologia, nada fazer no Concelho, e isso confirma-se.
Agora uma questão:
Que raio de Capital Ecológica é esta em que nem a água se pode beber?
Não será a água (para a qual supostamente há também uma Rota) algo de extrema importância com ou sem capital ecológica?
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