A partir de 2011 vai ser possível chegar de Viseu a Coimbra em meia hora, por auto-estrada. A garantia foi dada pelo primeiro-ministro, José Sócrates, no sábado, dia 29 de Março, em Mortágua ao lançar a concessão do troço de 68 quilómetros que irá substituir o IP3.
Tratou-se da primeira etapa do "Governo Presente" durante dois dias no distrito de Viseu (29 e 30 de Março).
O anúncio fez parte do lançamento do concurso público para a concessão Auto-estradas do Centro que contempla ainda a construção do IC12 entre Mealhada e Mangualde e do IC2 entre Coimbra e Oliveira de Azeméis. Um empreendimento de 184 quilómetros de novas estradas, bem como a conservação e exploração de outros 185 quilómetros, que representa um investimento de 740 milhões de euros e irá beneficiar directamente 1,6 milhões de pessoas, de 17 concelhos da região Centro (sete do distrito de Viseu).
Com a construção do "novo IP3", o Governo anuncia que irá reduzir-se a sinistralidade em cerca de 22 por cento e o tempo de percurso em 42 por cento.
Já o IC12, que no distrito engloba um troço entre Mangualde e Mortágua, permitirá completar o eixo de ligação entre o IP3 e a A25 com melhores ligações na região. A diminuição do tempo médio de percurso entre Mortágua e Mangualde será de 30 minutos.
José Sócrates considerou o investimento Auto-estradas do Centro "estratégico" para o desenvolvimento de Viseu, Aveiro e Coimbra. Na opinião do primeiro-ministro significa três coisas: "melhoria da qualidade de vida das populações, forte impulso à competitividade económica da região e salvar vidas".
Sócrates foi recebido com entusiasmo em Mortágua, num ambiente marcado pela presença, pouco expressiva, de manifestantes da Anadia em consequência do encerramento das urgências e o "boicote" das figuras do PSD, nomeadamente o presidente da Câmara de Viseu, Fernando Ruas, por não concordar com o local escolhido para a cerimónia.
O presidente da Câmara de Mortágua, Afonso Abrantes (PS) mostrou-se "convicto que haverá um tempo antes e um tempo depois" para o concelho, acreditando que os investidores vão apostar mais depois de construída a auto-estrada.
PSD e PS trocam acusações. A Comissão Política Distrital de Viseu do PSD considerou a visita do primeiro-ministro, uma medida eleitoralista. Uma opinião contrariada pela Federação Socialista. O presidente, José Junqueiro respondeu em conferência de imprensa que os adversários têm sido "uma oposição deprimida, desmentida pelos factos".
In Jornal do Centro
Se atentarmos ao facto de em 2005 o n.º de km de auto estrada no distrito de Viseu era de 73, bem vemos quão imortante é o anúncio da nova Auto Estrada.
quarta-feira, abril 09, 2008
terça-feira, abril 01, 2008
Recolha Resíduos Selectiva Porta a Porta
O concelho de Vila Nova de Paiva é constituído quase na sua globalidade por vivendas isoladas, estando distante da realidade dos grandes aglomerados urbanos onde a habitação quase se resume a apartamentos onde o espaço não abunda.
Esta particularidade no nosso concelho permite implantar uma Política de Gestão de Resíduos que eleja a separação dos resíduos como uma prioridade, estabelecendo metas ambiciosas nas percentagens de resíduos que entrem nas fileiras da reciclagem.
A recolha selectiva de resíduos porta a porta é uma medida que certamente iria contribuir significativamente para o aumento da percentagem de recolha de resíduos recicláveis, diminuindo consequentemente a quantidade de resíduos encaminhada para aterro.
A recolha diferenciada de resíduos deve ser uma prioridade, uma vez que ao reciclar estamos a poupar recursos, matérias-primas, estamos a poupar para a geração de amanhã.
A recolha de resíduos porta a porta pode ser feita através da marcação de dias específicos para recolha de papel, de plástico, de embalagens, de equipamento eléctrico e electrónico.
É uma Política que tem custos associados, estamos a falar de custos na obtenção de recipientes para colocar os resíduos, mas a recolha de resíduos valorizáveis também é um bom negócio de onde podem provir lucros significativos.
Um lucro é real e efectivo, que é a contribuição que um concelho que pretende ser "Capital Ecológica" pode dar na preservação do ambiente e dos recursos naturais.
Esta particularidade no nosso concelho permite implantar uma Política de Gestão de Resíduos que eleja a separação dos resíduos como uma prioridade, estabelecendo metas ambiciosas nas percentagens de resíduos que entrem nas fileiras da reciclagem.
A recolha selectiva de resíduos porta a porta é uma medida que certamente iria contribuir significativamente para o aumento da percentagem de recolha de resíduos recicláveis, diminuindo consequentemente a quantidade de resíduos encaminhada para aterro.
A recolha diferenciada de resíduos deve ser uma prioridade, uma vez que ao reciclar estamos a poupar recursos, matérias-primas, estamos a poupar para a geração de amanhã.
A recolha de resíduos porta a porta pode ser feita através da marcação de dias específicos para recolha de papel, de plástico, de embalagens, de equipamento eléctrico e electrónico.
É uma Política que tem custos associados, estamos a falar de custos na obtenção de recipientes para colocar os resíduos, mas a recolha de resíduos valorizáveis também é um bom negócio de onde podem provir lucros significativos.
Um lucro é real e efectivo, que é a contribuição que um concelho que pretende ser "Capital Ecológica" pode dar na preservação do ambiente e dos recursos naturais.
sexta-feira, março 28, 2008
Visita do Primeiro MInistro
Soubemos ontem que o Sr. Primeiro Ministro estará no Concelho este fim de semana.
Naturalmente é sempre uma boa notícia.
De início pensámos... talvez venha pôr a primeira pedra da Escola Profissional já que a visita é a Vila Cova.
Afinal não, tem a ver com o alargamento do Lar.
Não é todos os dias que se recebe a visita do Primeiro Ministro, e de um Ministro e de um Secretário de Estado.
Também é verdade que este Concelho apenas está habituado a receber a visita dos Governos Socialistas (Guterres tinha sido o último a vir cá), como também apenas está habituado a que sejam os Governos Socialistas a investir no Concelho, a lançar obras, enfim...
Pena é que nem sempre as populações se lembrem disso, principalmente num Concelho tão laranja quanto o nosso.
De lamentar, o facto de esta visita ser quase esquecida. Sabe-se por acaso.
É de lamentar a atitude do Presidente da Câmara que, em altura (quer queiramos quer não) tão ilustre, não comunique à Assembleia Municipal, às forças vivas do Concelho e entidades.
Não se pode compreender esta situação, é incompreensível e inaceitável.
Para quem ainda não sabe, está prevista a chegada por volta das seis da tarde, no Lar de Vila Cova à Coelheira.
Naturalmente é sempre uma boa notícia.
De início pensámos... talvez venha pôr a primeira pedra da Escola Profissional já que a visita é a Vila Cova.
Afinal não, tem a ver com o alargamento do Lar.
Não é todos os dias que se recebe a visita do Primeiro Ministro, e de um Ministro e de um Secretário de Estado.
Também é verdade que este Concelho apenas está habituado a receber a visita dos Governos Socialistas (Guterres tinha sido o último a vir cá), como também apenas está habituado a que sejam os Governos Socialistas a investir no Concelho, a lançar obras, enfim...
Pena é que nem sempre as populações se lembrem disso, principalmente num Concelho tão laranja quanto o nosso.
De lamentar, o facto de esta visita ser quase esquecida. Sabe-se por acaso.
É de lamentar a atitude do Presidente da Câmara que, em altura (quer queiramos quer não) tão ilustre, não comunique à Assembleia Municipal, às forças vivas do Concelho e entidades.
Não se pode compreender esta situação, é incompreensível e inaceitável.
Para quem ainda não sabe, está prevista a chegada por volta das seis da tarde, no Lar de Vila Cova à Coelheira.
terça-feira, março 18, 2008
Após a solidificação democrática do poder autárquico e de uma geração de políticas autárquicas que residiu na criação e na aposta clara em infra-estruturas básicas, encontramo-nos agora numa nova geração de políticas autárquicas.
Encaramos as autarquias como agentes e parceiros no Emprego, nas Politicas Sociais, na Cultura, no Desporto, no Desenvolvimento sustentado e sustentável.
É, pois, aqui que a Juventude Socialista aposta decisivamente.
Na procura das soluções necessárias para que as autarquias sejam de facto o motor de desenvolvimento que os cidadãos necessitam e ajudem a criar a qualidade de vida que todos anseiam.Temos de lutar para que seja uma realidade.
Só um concelho com uma economia viva, adaptada às necessidades locais e com uma forte índole empreendedora, permite satisfazer uma das maiores necessidades e anseios dos jovens para garantirem a sua autonomização e contribuir cabalmente para a sua emancipação, ou seja, o acesso ao Emprego e Habitação!
É fundamental criar condições para que os jovens sejam empreendedores e produzam investimentos em áreas chave, na clara contribuição para uma base económica local forte que dinamize o tecido empresarial e que, por sua vez, dê respostas às várias competências técnicas dos jovens quadros.
Consideramos que a fixação das camadas jovens nos Concelhos depende crucialmente das oportunidades de emancipação e de autonomia que cada Município proporciona.
A Concelhia da JS de Vila Nova de Paiva propõe a realização de um Plano Municipal capaz de dinamizar as condições desejadas para a fixação dos jovens no seu município de origem, evitando assim a sua fuga para as grandes cidades na busca incansável de novas oportunidades e de realização humana e profissional.
Esse plano traduz-se na implementação de dois programas que consideramos fundamentais: o programa “Criar” e o programa “Habitar”.
Só assim é que estamos a contribuir para o futuro da JUVENTUDE PAIVENSE.
Encaramos as autarquias como agentes e parceiros no Emprego, nas Politicas Sociais, na Cultura, no Desporto, no Desenvolvimento sustentado e sustentável.
É, pois, aqui que a Juventude Socialista aposta decisivamente.
Na procura das soluções necessárias para que as autarquias sejam de facto o motor de desenvolvimento que os cidadãos necessitam e ajudem a criar a qualidade de vida que todos anseiam.Temos de lutar para que seja uma realidade.
Só um concelho com uma economia viva, adaptada às necessidades locais e com uma forte índole empreendedora, permite satisfazer uma das maiores necessidades e anseios dos jovens para garantirem a sua autonomização e contribuir cabalmente para a sua emancipação, ou seja, o acesso ao Emprego e Habitação!
É fundamental criar condições para que os jovens sejam empreendedores e produzam investimentos em áreas chave, na clara contribuição para uma base económica local forte que dinamize o tecido empresarial e que, por sua vez, dê respostas às várias competências técnicas dos jovens quadros.
Consideramos que a fixação das camadas jovens nos Concelhos depende crucialmente das oportunidades de emancipação e de autonomia que cada Município proporciona.
A Concelhia da JS de Vila Nova de Paiva propõe a realização de um Plano Municipal capaz de dinamizar as condições desejadas para a fixação dos jovens no seu município de origem, evitando assim a sua fuga para as grandes cidades na busca incansável de novas oportunidades e de realização humana e profissional.
Esse plano traduz-se na implementação de dois programas que consideramos fundamentais: o programa “Criar” e o programa “Habitar”.
Só assim é que estamos a contribuir para o futuro da JUVENTUDE PAIVENSE.
quinta-feira, março 13, 2008
Nova etapa
A partir de hoje vamos ter um novo método neste blog.
Como é de evitar estar muito tempo com o mesmo post, vamos tentar colocar pelo menos um post por semana, havendo assim vários dias para comentários.
Este fim de semana será colocado um primeiro post relativo ao que a Juventude Socialista defende para o Concelho.
Será um conjunto de medidas que gostaríamos de ver implementadas, baseadas numa política séria de juventude e não só.
Naturalmente que nos debruçaremos mais sobre as políticas de juventude, emprego para os jovens, mas não só.
Será uma parte da nossa visão para o futuro do Concelho.
Como é de evitar estar muito tempo com o mesmo post, vamos tentar colocar pelo menos um post por semana, havendo assim vários dias para comentários.
Este fim de semana será colocado um primeiro post relativo ao que a Juventude Socialista defende para o Concelho.
Será um conjunto de medidas que gostaríamos de ver implementadas, baseadas numa política séria de juventude e não só.
Naturalmente que nos debruçaremos mais sobre as políticas de juventude, emprego para os jovens, mas não só.
Será uma parte da nossa visão para o futuro do Concelho.
quarta-feira, fevereiro 27, 2008
Seremos só nós a achar estranho?
Era uma vez um terreno pertencente à Junta de Freguesia de Vila Nova de Paiva.
Esse terreno é cedido para a construção da sede do Rancho Folclórico e do Paivense.
Mais tarde, afinal, fica só para o Rancho. Quem paga a obra? Todos nós naturalmente.
Pedem-se financiamentos estatais que são concedidos. O próprio Secretário de estado, Dr. Cesário vem a Vila Nova de Paiva e anuncia o investimento para a obra da sede do Rancho.
A obra lá foi projectada de acordo com as necessidades do Rancho e agora que está na parte final o que acontece?
Afinal a Direcção do Rancho acha que a obra não está adequada às suas necessidades. Foi azar, só pode. O que servia para uma direcção já não serve para outra (esperemos que não haja eleições novamente).
Entretanto define-se que Vila Nova de Paiva terá Julgados de Paz.
Ora, nem mais... que melhor local para eles do que a ainda futura sede do Rancho? Assim o Presidente da Câmara pensou e mais tentou fazer. O problema é que o local é do Rancho, que quer contrapartidas e nova sede.
Exige não só um novo local como ainda que a Câmara pague uma renda no local onde ensaiam.
Claro, porque pelo visto, neste Concelho, a única Instituição que pode dar ou agir sem interesses é mesmo a Câmara Municipal.
O que faz o Sr. Presidente? Claro, vai negociar uma renda e aceita construir nova sede.
Ora, mas renda a quem? Casa do Povo pois claro, que não pode ceder instalações ao Rancho gratuitamente porque isto de fazer coisas à borla não pode ser!!!!
O Sr Presidente começa por oferecer 50 euros por mês, mas afinal da última vez já se ia em mais de 350.
Tudo para que o Rancho possa ensaiar (sim, porque não podem arranjar um local por eles próprios, nem andaram anos a fio a usufruir de instalações municipais à borla).
Ora, isto tudo é uma grande trapalhada e envolve situações que a nosso ver são muito pouco claras.
Este suposto pagamento da Câmara à Casa do Povo terá alguma lógica? Fará algum sentido para alguém?
Pelo que se ouve nas ruas, as finanças dessa instituição já tiveram melhores dias. Será esta uma forma de reduzir dívidas? Mas se assim for, normalmente quem tem problemas de dinheiro vai ao Banco, não à Câmara.
Por outro lado, também se ouviu que o Sr Presidente da Câmara fez promessas de emprego, e que também estão relacionadas com os Julgados de Paz (a génese deste "problema").
Pelo que se ouviu em Assembleia Municipal pela boca do Presidente da Junta de Vila Nova de Paiva, afinal, supostamente, fala-se no Presidente da Casa do Povo para ir para os Julgados de Paz.
Será que se vê aqui algo em comum em toda esta trapalhada?
O Rancho sai da sua futura sede para lá serem instalados os Julgados de Paz. O Rancho vai ensaiar para a Casa do Povo à qual a Câmara paga a renda enquanto constrói nova sede para o Rancho. O Presidente da Casa do Povo, pelo que se diz, vai para os Julgados de Paz.
Se juntarmos a isto corpos gerentes do Rancho que também pertencem à Câmara, digamos que a trapalhada não tem fim.
Moral da História? Sinceramente se há coisa que a história não tem é moral.
Seremos só nós a achar estranho?????
Esse terreno é cedido para a construção da sede do Rancho Folclórico e do Paivense.
Mais tarde, afinal, fica só para o Rancho. Quem paga a obra? Todos nós naturalmente.
Pedem-se financiamentos estatais que são concedidos. O próprio Secretário de estado, Dr. Cesário vem a Vila Nova de Paiva e anuncia o investimento para a obra da sede do Rancho.
A obra lá foi projectada de acordo com as necessidades do Rancho e agora que está na parte final o que acontece?
Afinal a Direcção do Rancho acha que a obra não está adequada às suas necessidades. Foi azar, só pode. O que servia para uma direcção já não serve para outra (esperemos que não haja eleições novamente).
Entretanto define-se que Vila Nova de Paiva terá Julgados de Paz.
Ora, nem mais... que melhor local para eles do que a ainda futura sede do Rancho? Assim o Presidente da Câmara pensou e mais tentou fazer. O problema é que o local é do Rancho, que quer contrapartidas e nova sede.
Exige não só um novo local como ainda que a Câmara pague uma renda no local onde ensaiam.
Claro, porque pelo visto, neste Concelho, a única Instituição que pode dar ou agir sem interesses é mesmo a Câmara Municipal.
O que faz o Sr. Presidente? Claro, vai negociar uma renda e aceita construir nova sede.
Ora, mas renda a quem? Casa do Povo pois claro, que não pode ceder instalações ao Rancho gratuitamente porque isto de fazer coisas à borla não pode ser!!!!
O Sr Presidente começa por oferecer 50 euros por mês, mas afinal da última vez já se ia em mais de 350.
Tudo para que o Rancho possa ensaiar (sim, porque não podem arranjar um local por eles próprios, nem andaram anos a fio a usufruir de instalações municipais à borla).
Ora, isto tudo é uma grande trapalhada e envolve situações que a nosso ver são muito pouco claras.
Este suposto pagamento da Câmara à Casa do Povo terá alguma lógica? Fará algum sentido para alguém?
Pelo que se ouve nas ruas, as finanças dessa instituição já tiveram melhores dias. Será esta uma forma de reduzir dívidas? Mas se assim for, normalmente quem tem problemas de dinheiro vai ao Banco, não à Câmara.
Por outro lado, também se ouviu que o Sr Presidente da Câmara fez promessas de emprego, e que também estão relacionadas com os Julgados de Paz (a génese deste "problema").
Pelo que se ouviu em Assembleia Municipal pela boca do Presidente da Junta de Vila Nova de Paiva, afinal, supostamente, fala-se no Presidente da Casa do Povo para ir para os Julgados de Paz.
Será que se vê aqui algo em comum em toda esta trapalhada?
O Rancho sai da sua futura sede para lá serem instalados os Julgados de Paz. O Rancho vai ensaiar para a Casa do Povo à qual a Câmara paga a renda enquanto constrói nova sede para o Rancho. O Presidente da Casa do Povo, pelo que se diz, vai para os Julgados de Paz.
Se juntarmos a isto corpos gerentes do Rancho que também pertencem à Câmara, digamos que a trapalhada não tem fim.
Moral da História? Sinceramente se há coisa que a história não tem é moral.
Seremos só nós a achar estranho?????
sexta-feira, fevereiro 08, 2008
Isto é que é Capital Ecológica?
Nós já sabíamos, e na altura certa o dissémos, que o título Capital Ecológica, servia tanto como nada. Aliás, conforme o Presidente se lembrou desse título poder-se-ia ter lembrado de outro qualquer, a validade seria a mesma.
Sabíamos também que este título (auto proclamado) poderia também servir para, em nome da ecologia, nada fazer no Concelho, e isso confirma-se.
Agora uma questão:
Que raio de Capital Ecológica é esta em que nem a água se pode beber?
Não será a água (para a qual supostamente há também uma Rota) algo de extrema importância com ou sem capital ecológica?
Sabíamos também que este título (auto proclamado) poderia também servir para, em nome da ecologia, nada fazer no Concelho, e isso confirma-se.
Agora uma questão:
Que raio de Capital Ecológica é esta em que nem a água se pode beber?
Não será a água (para a qual supostamente há também uma Rota) algo de extrema importância com ou sem capital ecológica?
quarta-feira, janeiro 23, 2008
Os SAP não vão fechar...
J. Junqueiro afirmou que os SAP de S. Pedro do Sul e Vouzela ‘não’ vão fechar. Contrariamente ao que tem sido veiculado, estes SAP não encerraram, pois continuarão a estar em pleno funcionamento todos os dias, das 8h00 às 24h00.
‘Constata-se mesmo, em Oliveira de Frades, o prolongamento do horário das 20h para as 24h, facto que a oposição política ainda não referiu’, sublinhou. ‘A substituição do período nocturno (das 24h00 às 8h00) de S. Pedro do Sul e de Vouzela, em que, em média, eram atendidos globalmente 6 utentes, pela abertura aos sábados, domingos e feriados e pelo aumento médio superior a 600 consultas, em cada unidade, revela-se mais de acordo com os interesses das pessoas’. Deste modo, o funcionamento dos SAP, alargado aos fins-de-semana e aos feriados e as USF´s (uma já em funcionamento em S. Pedro do Sul) vêm permitir que muitas famílias possam efectuar consultas médicas que, de outra forma e por força das suas actividades profissionais, não o poderiam fazer, sendo inclusivamente possível acompanhar os seus filhos ou outros familiares’. Os transportes das pessoas em S. Pedro do Sul e Vouzela entre as 24 e as 8h, são assegurados pelos meios atrás referidos, ou seja, os utentes que, globalmente, recorriam aos SAP de S. Pedro do Sul e Vouzela, terão à sua disposição, para encaminhamento e assistência, as 28 ambulâncias existentes, mais 10 em Oliveira de Frades, num total de 38 (19 em S. Pedro do Sul), nove em Vouzela e 10 em Oliveira de Frades). De emergência, 3 (uma é INEM) e 7 de transporte de doentes. Resulta ‘claro’ para José Junqueiro que com esta reorganização do funcionamento dos serviços de saúde, os utentes de S. Pedro do Sul, Vouzela e Oliveira de Frades vão passar a ter mais consultas e melhor assistência nas suas áreas de residência. Governo «poupa 330 milhões na Saúde». Mas o que também ressalta à vista é que o fecho dos Serviços de Atendimento Permanente (SAP) e a diminuição das comparticipações do Serviço Nacional de Saúde (SNS) em medicamentos e meios de diagnóstico e terapêutica vão permitir ao Ministério da Saúde poupar, pelo menos, 330 milhões de euros em 2008. Nos cofres do Estado entram entre 25 a 30 milhões de euros com o fecho dos 56 SAP, uma quantia avançada pelo próprio ministro Correia de Campos quando em Maio se pronunciou sobre os custos estimados dessas unidades de saúde em funcionamento, dando esse valor como exemplo do desperdício de verbas. Como esses 56 SAP vão encerrar, isso significa que o Estado arrecada 30 milhões de euros. A somar a essa verba, prossegue o CM, juntam-se 150 milhões de euros – correspondem a 0,1 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) – que não vão ser canalizados para a comparticipação de medicamentos e outros 150 milhões de euros – 0,1 por cento do PIB – que não serão destinados à comparticipação dos meios de diagnóstico e terapêutico, como análises clínicas, Raios X, TAC (tomografia axial computorizada) e electrocardiogramas. Depois do fecho de dez blocos de partos e de quatro Urgências hospitalares, o Ministério da Saúde prepara-se para encerrar mais SAP, de entre uma lista de 56 unidades a eliminar. Cortar na saúde e na educação, dizem bem como vai a ‘saúde’ do país, no seu todo, com o desemprego a aumentar e a continuar a ameaçar milhares de famílias.
In Notícias de Viseu
‘Constata-se mesmo, em Oliveira de Frades, o prolongamento do horário das 20h para as 24h, facto que a oposição política ainda não referiu’, sublinhou. ‘A substituição do período nocturno (das 24h00 às 8h00) de S. Pedro do Sul e de Vouzela, em que, em média, eram atendidos globalmente 6 utentes, pela abertura aos sábados, domingos e feriados e pelo aumento médio superior a 600 consultas, em cada unidade, revela-se mais de acordo com os interesses das pessoas’. Deste modo, o funcionamento dos SAP, alargado aos fins-de-semana e aos feriados e as USF´s (uma já em funcionamento em S. Pedro do Sul) vêm permitir que muitas famílias possam efectuar consultas médicas que, de outra forma e por força das suas actividades profissionais, não o poderiam fazer, sendo inclusivamente possível acompanhar os seus filhos ou outros familiares’. Os transportes das pessoas em S. Pedro do Sul e Vouzela entre as 24 e as 8h, são assegurados pelos meios atrás referidos, ou seja, os utentes que, globalmente, recorriam aos SAP de S. Pedro do Sul e Vouzela, terão à sua disposição, para encaminhamento e assistência, as 28 ambulâncias existentes, mais 10 em Oliveira de Frades, num total de 38 (19 em S. Pedro do Sul), nove em Vouzela e 10 em Oliveira de Frades). De emergência, 3 (uma é INEM) e 7 de transporte de doentes. Resulta ‘claro’ para José Junqueiro que com esta reorganização do funcionamento dos serviços de saúde, os utentes de S. Pedro do Sul, Vouzela e Oliveira de Frades vão passar a ter mais consultas e melhor assistência nas suas áreas de residência. Governo «poupa 330 milhões na Saúde». Mas o que também ressalta à vista é que o fecho dos Serviços de Atendimento Permanente (SAP) e a diminuição das comparticipações do Serviço Nacional de Saúde (SNS) em medicamentos e meios de diagnóstico e terapêutica vão permitir ao Ministério da Saúde poupar, pelo menos, 330 milhões de euros em 2008. Nos cofres do Estado entram entre 25 a 30 milhões de euros com o fecho dos 56 SAP, uma quantia avançada pelo próprio ministro Correia de Campos quando em Maio se pronunciou sobre os custos estimados dessas unidades de saúde em funcionamento, dando esse valor como exemplo do desperdício de verbas. Como esses 56 SAP vão encerrar, isso significa que o Estado arrecada 30 milhões de euros. A somar a essa verba, prossegue o CM, juntam-se 150 milhões de euros – correspondem a 0,1 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) – que não vão ser canalizados para a comparticipação de medicamentos e outros 150 milhões de euros – 0,1 por cento do PIB – que não serão destinados à comparticipação dos meios de diagnóstico e terapêutico, como análises clínicas, Raios X, TAC (tomografia axial computorizada) e electrocardiogramas. Depois do fecho de dez blocos de partos e de quatro Urgências hospitalares, o Ministério da Saúde prepara-se para encerrar mais SAP, de entre uma lista de 56 unidades a eliminar. Cortar na saúde e na educação, dizem bem como vai a ‘saúde’ do país, no seu todo, com o desemprego a aumentar e a continuar a ameaçar milhares de famílias.
In Notícias de Viseu
segunda-feira, dezembro 24, 2007
FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO
A Juventude Socialista de Vila Nova de Paiva deseja a todos os militantes, simpatizantes, visitantes do blog, e população em geral, um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo.
Apesar de não acreditarmos nisso, esperemos que o ano de 2008 seja um ano de prosperidade para o Concelho.
Apesar de não acreditarmos nisso, esperemos que o ano de 2008 seja um ano de prosperidade para o Concelho.
quarta-feira, dezembro 19, 2007
Orçamento 2008
Foi aprovado em reunião de Câmara, o Orçamento para 2008.
A aprovação resultou do voto de qualidade do Sr. Presidente de Câmara pois os dois vereadores socialistas votaram contra e, o vereador do CDS, mais uma vez faltou à votação do Orçamento.
Sexta feira é a vez da Assembleia se pronunciar.
A aprovação resultou do voto de qualidade do Sr. Presidente de Câmara pois os dois vereadores socialistas votaram contra e, o vereador do CDS, mais uma vez faltou à votação do Orçamento.
Sexta feira é a vez da Assembleia se pronunciar.
segunda-feira, dezembro 17, 2007
Uma pergunta
Em vésperas da última Assembleia Municipal do ano fazemos uma pergunta.
Será normal uma Câmara Municipal, através do seu Presidente, mandar vir de Viseu a ceia de Natal para si e para todos os funcionários da Câmara?
É assim que se emprega o dinheiro dos contribuintes? É dar a ganhar a quem está fora quando se pode e deve ajudar e incrementar o comércio do Concelho?
Que exemplo é este?????????
Muitos podem pensar que é apenas um pormenor. Não deixa de o ser. Mas um pormenor que revela muito sobre este Presidente da Câmara, sobre a sua actuação em prol (ou não) do Concelho, sobre a sua visão (ou falta dela) para o futuro do Concelho.
É inadmissível e incompreensível, principalmente se atendermos ao que se passou há dois anos, eleito de fresco e que, com todo o zelo (ou excesso dele) abriu até um concurso, com propostas em carta fechada, para os restaurantes do Concelho se candidatarem a servir a ceia.
Esperemos que a ceia tenha sido boa, e que todos tenham gostado mas, para o Concelho, esta é uma ceia muito muito indigesta.
Será normal uma Câmara Municipal, através do seu Presidente, mandar vir de Viseu a ceia de Natal para si e para todos os funcionários da Câmara?
É assim que se emprega o dinheiro dos contribuintes? É dar a ganhar a quem está fora quando se pode e deve ajudar e incrementar o comércio do Concelho?
Que exemplo é este?????????
Muitos podem pensar que é apenas um pormenor. Não deixa de o ser. Mas um pormenor que revela muito sobre este Presidente da Câmara, sobre a sua actuação em prol (ou não) do Concelho, sobre a sua visão (ou falta dela) para o futuro do Concelho.
É inadmissível e incompreensível, principalmente se atendermos ao que se passou há dois anos, eleito de fresco e que, com todo o zelo (ou excesso dele) abriu até um concurso, com propostas em carta fechada, para os restaurantes do Concelho se candidatarem a servir a ceia.
Esperemos que a ceia tenha sido boa, e que todos tenham gostado mas, para o Concelho, esta é uma ceia muito muito indigesta.
terça-feira, dezembro 11, 2007
Comboio de alta velocidade vai passar por Viseu
O ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino garantiu que o comboio de alta velocidade vai passar por Viseu, durante uma sessão pública sobre acessibilidades no distrito, promovida pela Federação Distrital do PS, na segunda-feira, dia 26“Viseu não vai ficar à margem do comboio de alta velocidade. A cidade ficará servida pela linha Aveiro-Salamanca”, assegurou o ministro.Mário Lino especificou que será uma linha mista de passageiros e mercadorias, que em Viseu será criada uma estação ferroviária para aquele transporte e ainda: “muitas vezes (o comboio) não pára, outras vezes pára, depende da procura”.
Perante estas declarações, o presidente da Câmara de Viseu, Fernando Ruas reagiu de imediato e exigiu que todos os comboios que venham a circular na linha de alta velocidade entre Aveiro e Salamanca parem no concelho, argumentando que “a oferta determina a procura”.Ruas lamentou que o governante faça estas afirmações em sessões partidárias e que Mário Lino não tenha concretizado datas, nem o local onde ficará a estação de Viseu.
In JornaldoCentro
Ora. a pessoa responsável pelo fim das rodovias em Viseu, vem agora com exigências de que todos párem em Viseu. Será que o Dr. Ruas alguma vez ouviu falar de comboios directos?
Perante estas declarações, o presidente da Câmara de Viseu, Fernando Ruas reagiu de imediato e exigiu que todos os comboios que venham a circular na linha de alta velocidade entre Aveiro e Salamanca parem no concelho, argumentando que “a oferta determina a procura”.Ruas lamentou que o governante faça estas afirmações em sessões partidárias e que Mário Lino não tenha concretizado datas, nem o local onde ficará a estação de Viseu.
In JornaldoCentro
Ora. a pessoa responsável pelo fim das rodovias em Viseu, vem agora com exigências de que todos párem em Viseu. Será que o Dr. Ruas alguma vez ouviu falar de comboios directos?
Acessibilidades: compromissos no distrito de Viseu
Esta semana o ministro das Obras Públicas, Mário Lino, veio a Viseu, a convite da Federação Distrital do PS, para dinamizar uma Sessão Aberta com a finalidade de discutir o programa de acessibilidades no distrito. Pessoas de todos os quadrantes políticos, e com as mais variadas responsabilidades profissionais e públicas, estiveram presentes. Estas realizações mensais transformaram-se numa prática salutar para debate de temas relevantes. Os ministros António Costa, Vieira da Silva, António Correia de Campos, Maria de Lurdes Rodrigues, Teixeira dos Santos, entre outras personalidades, já deram o seu contributo e, como se sabe, fora de qualquer clima eleitoral, facto que dá mais autenticidade ao exercício do contraditório.Foi o que aconteceu com Mário Lino.O Comboio de Velocidade Elevada (até 250kms) que pretende ligar Aveiro a Salamanca passou a ser uma prioridade e o primeiro lanço que liga o Porto de Aveiro à linha do Norte está em andamento. A seguir, a fase prioritária será a de Aveiro Viseu. A nossa cidade terá uma estação e uma ligação à Linha da Beira Alta. Um espaço logístico de mercadorias deverá, pois, constituir um desafio para as autarquias e para os privados, sendo certo que uma proposta nesse sentido será bem recebida pelo Governo.Os estudos já assegurados para o IC26, eixo estruturante para o norte do distrito, bem como a conclusão do IC12 (Mangualde-Canas de Senhorim) e o lançamento do concurso em Março de 2008 com vista à concretização do IP3 a sul de Viseu em perfil de auto-estrada são notícias que encerram um capítulo de dúvidas e disputas politicas inconciliáveis com o interesse objectivo das pessoas e dos agentes económicos. O Ministro Mário Lino assegurou, igualmente, que na A24 e na A25 não haverá portagens enquanto, infelizmente, o nosso nível de desenvolvimento não atingir a expressão própria de uma região desenvolvida.Mais uma vez, tudo aquilo que é estruturante para Viseu aparece pela mão do PS e sempre numa atitude coerente com os seus compromisso públicos.
quinta-feira, novembro 08, 2007
ISCAS, COPOS E GARRAFÃO!
Dois anos são tempo suficiente para efectuar uma avaliação do que se está a passar.
Fico estupefacto com o marketing promocional que alguns teimam em fazer a este mandato e em especial ao seu Presidente.
É notável que alguns apreciem a sua acção por “ideias” que lhe surgem em noites de insónia e que quando “espremidas” não dão uma pinga de sumo.
É o “passadiço”, as casas para turismo, a requalificação da feira, a nova feira, as Minas, etc.
Até a grande bandeira eleitoral – Capital Ecológica – foi esquecida. Sim, porque não vemos que a aposição de um logotipo (aliás discutível e, em meu entender, quase – pelo menos – plágio do da Beiragás) nos documentos camarários e numa rotunda faça de Vila Nova de Paiva capital do que quer que seja.
Tudo “boas ideias” que se farão se houver investidores que gastem o seu dinheiro, com a vantagem de que os louros iriam para…
A verdade é que se apresentam ideias (não projectos) não exequíveis, não se vê o mínimo desenvolvimento, não se dá conta (antes pelo contrário) que se fixem as pessoas e todos vemos que o Concelho “parou”, não mexe, está a definhar e está a hipotecar o seu futuro.
Mas, resumidamente, direi que no activo deste Executivo há:
· Ter dado andamento a obras que estavam na calha do anterior (v.g. entrada sul da Vila, Av. 25 de Abril, Av. Egas Moniz);
· Arranjo das rotundas
A lançar no passivo, direi:
· Inexistência de obras próprias,
· Lançamento de ideias que se mostram inexequíveis e que só servem para desvio de atenção do essencial;
· Estagnação do Concelho, que se nota cada vez mais pelo marasmo em que se vive.
Não se diga que a situação financeira do Concelho era aflitiva!
Tal nunca foi demonstrado, bem antes pelo contrário!
Para além do mais, todos vemos as festas, festinhas e festanças que o Município apoia, não se sentindo aí qualquer falta de dinheiro.
Como eu já disse ao Sr. Presidente de viva voz, está a ser levada a cabo uma politica que visa a reeleição e não a do desenvolvimento e afirmação do Concelho.
Acredito até que poderá ter êxito.
Mas tenho a certeza que quem perde é o Concelho!
Os “comes e bebes”, os passeios poderão dar votos ao Presidente, mas nada deixam para o Futuro do Concelho.
Em resumo direi que estamos perante uma politica de “ISCAS, COPOS E GARRAFÃO”!
“Com papas e bolos … …”
Veremos se o eleitorado do Concelho (sobretudo idoso e com a “vida feita”) se deixa enganar.
Manuel João Dias
Fico estupefacto com o marketing promocional que alguns teimam em fazer a este mandato e em especial ao seu Presidente.
É notável que alguns apreciem a sua acção por “ideias” que lhe surgem em noites de insónia e que quando “espremidas” não dão uma pinga de sumo.
É o “passadiço”, as casas para turismo, a requalificação da feira, a nova feira, as Minas, etc.
Até a grande bandeira eleitoral – Capital Ecológica – foi esquecida. Sim, porque não vemos que a aposição de um logotipo (aliás discutível e, em meu entender, quase – pelo menos – plágio do da Beiragás) nos documentos camarários e numa rotunda faça de Vila Nova de Paiva capital do que quer que seja.
Tudo “boas ideias” que se farão se houver investidores que gastem o seu dinheiro, com a vantagem de que os louros iriam para…
A verdade é que se apresentam ideias (não projectos) não exequíveis, não se vê o mínimo desenvolvimento, não se dá conta (antes pelo contrário) que se fixem as pessoas e todos vemos que o Concelho “parou”, não mexe, está a definhar e está a hipotecar o seu futuro.
Mas, resumidamente, direi que no activo deste Executivo há:
· Ter dado andamento a obras que estavam na calha do anterior (v.g. entrada sul da Vila, Av. 25 de Abril, Av. Egas Moniz);
· Arranjo das rotundas
A lançar no passivo, direi:
· Inexistência de obras próprias,
· Lançamento de ideias que se mostram inexequíveis e que só servem para desvio de atenção do essencial;
· Estagnação do Concelho, que se nota cada vez mais pelo marasmo em que se vive.
Não se diga que a situação financeira do Concelho era aflitiva!
Tal nunca foi demonstrado, bem antes pelo contrário!
Para além do mais, todos vemos as festas, festinhas e festanças que o Município apoia, não se sentindo aí qualquer falta de dinheiro.
Como eu já disse ao Sr. Presidente de viva voz, está a ser levada a cabo uma politica que visa a reeleição e não a do desenvolvimento e afirmação do Concelho.
Acredito até que poderá ter êxito.
Mas tenho a certeza que quem perde é o Concelho!
Os “comes e bebes”, os passeios poderão dar votos ao Presidente, mas nada deixam para o Futuro do Concelho.
Em resumo direi que estamos perante uma politica de “ISCAS, COPOS E GARRAFÃO”!
“Com papas e bolos … …”
Veremos se o eleitorado do Concelho (sobretudo idoso e com a “vida feita”) se deixa enganar.
Manuel João Dias
quinta-feira, julho 26, 2007
A entrevista do Sr. Presidente
Seguindo a sugestão de um comentador neste blog, aqui se lança o espaço para colocar perguntas e dúvidas.
Daremos seguimento a todas as questões levantadas para a Rádio Escuro, no sentido de todos participarmos e todos tertarmos ser esclarecidos.
Por nós, JS, algumas questões têm de ser levantadas:
Até ao momento não vimos implementada ou sequer aflorada qualquer política de juventude. Quais as ideias para fixar os jovens no Concelho?
Museu Municipal - para quando? O que falta? O que já fez de modo a concretizar o projecto?
Incentivos à natalidade - A ideia que teve e transmitiu é algo para ser apresentado, discutido e aprovado em Câmara ou é só uma ideia?
Pq não lançar um debate a sério acerca desta temática? Não é com certeza com mil euros que vamos ter mais nascimentos.
Haverá uma escola construída de raiz, de modo a cumprir a Carta Educativa, ou simplesmente aproveitará e remodelará o que existe?
Quais os planos em sede de zona industrial e de política de desenvolvimento da indústria e do emprego em Vila Nova de Paiva?
Daremos seguimento a todas as questões levantadas para a Rádio Escuro, no sentido de todos participarmos e todos tertarmos ser esclarecidos.
Por nós, JS, algumas questões têm de ser levantadas:
Até ao momento não vimos implementada ou sequer aflorada qualquer política de juventude. Quais as ideias para fixar os jovens no Concelho?
Museu Municipal - para quando? O que falta? O que já fez de modo a concretizar o projecto?
Incentivos à natalidade - A ideia que teve e transmitiu é algo para ser apresentado, discutido e aprovado em Câmara ou é só uma ideia?
Pq não lançar um debate a sério acerca desta temática? Não é com certeza com mil euros que vamos ter mais nascimentos.
Haverá uma escola construída de raiz, de modo a cumprir a Carta Educativa, ou simplesmente aproveitará e remodelará o que existe?
Quais os planos em sede de zona industrial e de política de desenvolvimento da indústria e do emprego em Vila Nova de Paiva?
segunda-feira, julho 16, 2007
31 anos depois, vitória do PS
Esta é, de facto, uma vitória histórica para o PS. 31 anos depois vence as eleições autárquicas em Lisboa a sós.Mesmo havendo quem queira tirar algum mérito à vitória pela falta de maioria absoluta (algo que seria à partida praticamente impossível), foi uma vitória clara e sem contestação.
De salientar a grande derrota de PSD e PP e dos seus líderes.
Ao invés, Roseta e Carmona tiveram bons resultados.
quarta-feira, junho 20, 2007
Preço Certo???????
Qual não foi o nosso espanto quando ontem ao fim da tarde ligámos a televisão na RTP1 e nos aparece um concorrente de Vila Nova de Paiva.
Não é normal, mas poderia não ser nada de especial, no entanto, assim que mostram a plateia o que vemos? Quase 30 funcionários da Câmara Municipal, vestidos a rigor com camisolas do município.
Ora... com certeza saíram bem cedo de cá para estar a horas, saíram ainda de madrugada, logo, não trablharam.
Foram todos no autocarro da Câmara Municipal, e, com certeza, as despesas terão todas sido a cargo da Câmara.
Era um programa perfeitamente normal (não era nenhum especial de qualquer coisa) e é perfeitamente incompreensível como tantos funcionários estavam presentes.
Será que cada um deles meteu férias para o dia de ontem?
Ou será que, além do autocarro e outras despesas, a Câmara ainda pagou o salário para passearem e se divertirem na televisão?
Infelizmente, a segunda opção foi a seguida e faz com que tenhamos que questionar esta atitude.
Afinal o dinheiro dos contribuintes é para isto que serve?
E que tipo de gedtão usa o Sr. Presidente da Câmara?
Não é normal, mas poderia não ser nada de especial, no entanto, assim que mostram a plateia o que vemos? Quase 30 funcionários da Câmara Municipal, vestidos a rigor com camisolas do município.
Ora... com certeza saíram bem cedo de cá para estar a horas, saíram ainda de madrugada, logo, não trablharam.
Foram todos no autocarro da Câmara Municipal, e, com certeza, as despesas terão todas sido a cargo da Câmara.
Era um programa perfeitamente normal (não era nenhum especial de qualquer coisa) e é perfeitamente incompreensível como tantos funcionários estavam presentes.
Será que cada um deles meteu férias para o dia de ontem?
Ou será que, além do autocarro e outras despesas, a Câmara ainda pagou o salário para passearem e se divertirem na televisão?
Infelizmente, a segunda opção foi a seguida e faz com que tenhamos que questionar esta atitude.
Afinal o dinheiro dos contribuintes é para isto que serve?
E que tipo de gedtão usa o Sr. Presidente da Câmara?
quarta-feira, junho 13, 2007
Carta Educativa aprovada
Foi finalmente aprovada na segunda feira a Carta Educativa para o Concelho.
A última decisão coube à Assembleia Municipal na qual não houve, aliás como em todo o processo, consensos.
Com efeito, o Sr. Presidente da Câmara não conseguiu nem verdadeiramente tentou em nenhum momento conseguir os consensos que num documento desta importância se exigiam.
Há que lembrar que esta Carta marca o futuro do Concelho e é uma Carta paupérrima em conteúdos limitando-se a enfatizar as questões da rede escolar do 1.º ciclo.
A última decisão coube à Assembleia Municipal na qual não houve, aliás como em todo o processo, consensos.
Com efeito, o Sr. Presidente da Câmara não conseguiu nem verdadeiramente tentou em nenhum momento conseguir os consensos que num documento desta importância se exigiam.
Há que lembrar que esta Carta marca o futuro do Concelho e é uma Carta paupérrima em conteúdos limitando-se a enfatizar as questões da rede escolar do 1.º ciclo.
segunda-feira, maio 21, 2007
Parabéns ao Jorge Paiva
Ontem, o Sátão conseguiu uma qualificação histórica para a Segunda Divisão/b.
Os nossos mais sicneros parabéns para o grande obreiro deste feito extraordinário, o Paivense Jorge Paiva.
Os nossos mais sicneros parabéns para o grande obreiro deste feito extraordinário, o Paivense Jorge Paiva.
quinta-feira, maio 10, 2007
Contas Aprovadas
Na última Assembleia Municipal foram aprovadas as contas relativas a 2006.
Nada de estranho, tendo em conta que, sendo contas, se estiverem bem feitas não haverá grandes motivos para as reprovar.
Foi, no entanto,um aviso para o próximo Orçamento pois aí sim, terá de haver um juízo de maior censura e mais cuidado aquando da aprovação.
Numa execução das Grandes Opções de 42,03% e das actividades mais relevantes em 22.09%, a dívida aumentou de 2812358,25€ para 3345290.62%.
Nas despesas com pessoal houve um aumento generalizado salientando-se a passagem de 157 para 222 mil euros em pessoal contratado a termo e mais 30 mil em pessoal do quadro. Subiu a despesa em 5,87%.
Segundo o Relatório a regra do equilíbrio mínimo em que as receitas correntes têm que obrigatoriamente cobrir as despesas correntes não se verificou. Houve, 8.17% mais de despesas correntes em relação às receitas correntes.
Quanto ao peso com o pessoal na despesa corrente, citando o Relatório: "pela primeira vez este indicador dá sinais preocupantes ultrapassando a barreira dos 50% e agravou em 6.18% em relação a 2005".
De resto, todos os indicadores são maus. O investimento está a cair abruptamente. As receitas de capital foram mais do que suficientes para as despesas de capital devido ao menor investimento verificado em 2006 que baixou para cerca de metade do verificado no ano anterior.
Uma dependência de transferências dos fundos comunitários de 78,42%.
Desceu em 95,78% a venda de bens e serviços correntes. Segundo o Relatório, "a autarquia poderá não estar a potenciar a capacidade instalada em gerar receitas".
Enfim.... uma má prestação a todos os níveis.
Nada de estranho, tendo em conta que, sendo contas, se estiverem bem feitas não haverá grandes motivos para as reprovar.
Foi, no entanto,um aviso para o próximo Orçamento pois aí sim, terá de haver um juízo de maior censura e mais cuidado aquando da aprovação.
Numa execução das Grandes Opções de 42,03% e das actividades mais relevantes em 22.09%, a dívida aumentou de 2812358,25€ para 3345290.62%.
Nas despesas com pessoal houve um aumento generalizado salientando-se a passagem de 157 para 222 mil euros em pessoal contratado a termo e mais 30 mil em pessoal do quadro. Subiu a despesa em 5,87%.
Segundo o Relatório a regra do equilíbrio mínimo em que as receitas correntes têm que obrigatoriamente cobrir as despesas correntes não se verificou. Houve, 8.17% mais de despesas correntes em relação às receitas correntes.
Quanto ao peso com o pessoal na despesa corrente, citando o Relatório: "pela primeira vez este indicador dá sinais preocupantes ultrapassando a barreira dos 50% e agravou em 6.18% em relação a 2005".
De resto, todos os indicadores são maus. O investimento está a cair abruptamente. As receitas de capital foram mais do que suficientes para as despesas de capital devido ao menor investimento verificado em 2006 que baixou para cerca de metade do verificado no ano anterior.
Uma dependência de transferências dos fundos comunitários de 78,42%.
Desceu em 95,78% a venda de bens e serviços correntes. Segundo o Relatório, "a autarquia poderá não estar a potenciar a capacidade instalada em gerar receitas".
Enfim.... uma má prestação a todos os níveis.
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