Decorreu na passada segunda feira mais uma Assembleia Municipal Extraordinária na qual se discutiram o IMI, protocolos da Câmara com as freguesias, empréstimo bancário entre outros assuntos.
Foi aprovada a taxa de IMI igual à do ano passado.
Numa das mais longas reuniões que já aconteceram (terminou perto das sete da tarde) dois assuntos geraram imensa polémica: os protocolos e o empréstimo.
Quanto aos protocolos com as Juntas de Freguesia:
Aqui houve uma grande intervenção, como seria de esperar, de todos os presidentes da Junta presentes cada um manifestando as suas preocupações. Ficou claro que, apesar de repetidamente o Sr. Presidente da Câmara se auto-intitular de democrata e de homem de bom senso, logo se percebeu que estes são adjectivos pouco característicos dele.
Não houve uma única reunião convocada pelo Sr. Presidente tendo como assunto os protocolos. Pelo que se viu pelo resultado, e apesar de um protocolo implicar acordo entre duas partes, afinal este era um protocolo da Câmara e pouco mais.
O protocolo foi chumbado, sendo relevante informar que dos sete Presidentes da Junta apenas um votou favoravelmente.
Quando questionado acerca do protocolo anterior que, em nossa opinião ainda está em vigor pois nunca foi denunciado em reunião de Câmara, o Sr. Presidente informou que a verba dois do dito protocolo não foi por ele cumprida. Porquê? Porque não quis e não quer, e não vai pagar.
Por aqui também se vê a democracia que emana do nosso Edil.
Ora bem, talvez a sugestão que ele deu seja plausível: “Se quiserem ponham a Câmara em Tribunal”. É que há uma violação contratual por parte da Câmara e talvez lhe fizesse bem para não pensar que a Câmara é gerida como bem lhe apetece.
Quanto ao empréstimo de € 762.322,00 (setecentos e sessenta e dois mil, trezentos e vinte e dois euros) para financiamento da nova Biblioteca Municipal, muito se discutiu.
Para já, foi curioso e até engraçado ver algumas pessoas a esgrimir argumentos de base antagónica ao que pensam e ao que já demonstraram anteriormente.
Com efeito, passada a “febre” da dívida, já falam a favor de empréstimos.
A nossa posição foi clara.
Somos a favor da Biblioteca mas contra o empréstimo. Porquê?
É uma má solução financeira por vários motivos.
Primeiro, a biblioteca é suposto estar pronta daqui a três anos, logo, para quê contratar já empréstimos agora para apenas pagar daqui a três anos? Não faz sentido.
Depois, o Sr. Presidente da Câmara, como nos confirmou na reunião, não tentou nenhum meio alternativo de financiamento. Ao contrário de outras Câmaras como Resende ou Oliveira de Frades, não tentou realizar contratos programa que lhe permitissem angariar as verbas necessárias sem recorrer ao empréstimo. Não faz sentido.
Depois porque, sendo em três anos, a Câmara terá sempre, para investimento pelo menos trezentos mil contos por ano, podendo, naturalmente com essas verbas pagar a Biblioteca. Porque raio se pede um empréstimo para cobrir a totalidade do investimento sem um mínimo esforço financeiro? Não faz sentido.
Que receitas gerará o Município de modo a pagar os custos? Lembramos que essa sempre foi a estratégia do anterior Executivo. Quando contratou empréstimos tratou de encontrar meios de financiamento para eles. As eólicas que já se vêem por este Concelho, para muitos ainda à pouco tempo seria apenas vento, sem receitas.
Por tudo isto, votámos contra este empréstimo que, apenas foi pedido porque, graças à capacidade financeira que existia o rateio foi uma realidade.
A verdade é esta: um ano de mandato – 3 empréstimos.
Não sabemos se foi por trabalhar num banco, mas é incrível como para o Sr. Presidente a única forma de angariar fundos é contrair empréstimos ou tentar aumentar os impostos. Não há criatividade nem capacidade para mais.
quinta-feira, novembro 30, 2006
quarta-feira, novembro 08, 2006
E a Unidade Móvel de Saúde?
Uma questão que nos escapou à pouco prende-se também com a estupefacção com que o Sr. Presidente na entrevista infra citada falou em adaptar salas em Juntas de Freguesia para a prestação de cuidados básicos de saúde.
É uma medida à partida simpática, que não diz quanto poderá custar porque, naturalmente, não se informou, e que nos leva a uma questão pertinente:
Se quer fazer isso então para quê a aquisição da Unidade Móvel de Saúde? Ou melhor, ainda vaqi adquirir a Unidade Móvel de Saúde?
Esta unidade servirá exactamente para prestar cuidados básicos de saúde em todas as freguesias ( o mesmo objectivo que terá com a sua proposta).
A vantagem é que a aquisição da Unidade Móvel de Saúde é subsidiada a 100%. Repito: 100%.
Vai desperdiçar estes fundos arduamente conquistados pelo anterior Executivo de modo a pôr em prática uma medida a nosso ver financeiramente impraticável?
Em que ficamos?
Há Unidade Móvel de Saúde ou salas na Junta de Freguesia? Ou ambas?
É uma medida à partida simpática, que não diz quanto poderá custar porque, naturalmente, não se informou, e que nos leva a uma questão pertinente:
Se quer fazer isso então para quê a aquisição da Unidade Móvel de Saúde? Ou melhor, ainda vaqi adquirir a Unidade Móvel de Saúde?
Esta unidade servirá exactamente para prestar cuidados básicos de saúde em todas as freguesias ( o mesmo objectivo que terá com a sua proposta).
A vantagem é que a aquisição da Unidade Móvel de Saúde é subsidiada a 100%. Repito: 100%.
Vai desperdiçar estes fundos arduamente conquistados pelo anterior Executivo de modo a pôr em prática uma medida a nosso ver financeiramente impraticável?
Em que ficamos?
Há Unidade Móvel de Saúde ou salas na Junta de Freguesia? Ou ambas?
A entrevista um ano depois
Decorreu ontem a entrevista da Rádio Escuro ao Sr. Presidente da Câmara, de modo a fazer um balanço do ano que passou.
Um ano marcado pela situação financeira que o "aperta" mas que , segundo o Edil, em breve será mais desafogada.
Não sabemos se o desafogo vem da sua gestão ou do contraimento de novos empréstimos , ou se é da possibilidade da débil situação financeira poder fazer com que novos empréstimos sejam uma realidade, ao contrário dos Municípios deste país. Enfim... questão mais do que debatida.
A entrevista foi uma excelente iniciativa da Rádio Escuro que saudamos, principalmente pela inovação da possibilidade de por mail, sms ou contacto telefónico poder questionar o entrevistado, bem como, e principalmente, pela possibilidade de podermos ouvir a entrevista online em tempo real.
Uma sugestão: coloquem a entrevista online com possibilidade de se fazzer um download. Cremos que essa será mais uma possibilidade para quem não oubiu poder aceder a este conteúdo facilmente.
Como sempre nos habituou, o Sr. Presidente conseguiu sempre relevar o supérfluo deixando o essencial, não falando de muitos assuntos que deveriam ter sido discutidos como sejam as suas promessas eleitorais e outras situações que já publicamente e no papel se comprometeu como por exemplo a cantina para funcionários, a Escola Profissional entre outros.
Sabemos que a biblioteca Municipal será no local previsto, sabemos que afinal a Central de Biomassa não é bem uma Central de Biomassa.
Aliás, neste ponto o Sr. Presidente foi muito confuso dando a entender que ele próprio não sabe bem o que será. Deu a entender que, no fundo, o que pretende é aquecer a água das piscinas e das escolas numa espécie de "fogão a lenha", ou "caldeira" de aquecimento.
Pensávamos que com a visita à "feira" holandesa viésse mais esclarecido mas afinal não.
Afirmou que há "arruaceiros políticos em todo o Concelho" num tom jocoso, pouco próprio de um Edil com responsabilidades.
Não conseguimos descortinar a quem se referia (e o entrevistador bem tentou).
Esperamos que não se refira à sua oposição pois, se é verdade que o Sr. Presidente cohabita muito mal com a crítica e com a diferença de opinião, também é verdade que a oposição tem sido responsável e construtiva.
Uma das questões mais relevantes e que leva ao incumprimento de clara promessa eleitoral, aliás, foi um dos cavalos de batalha na campanha de há um ano tem a ver com o quadro de pessoal, mais concretamento do quadro de pessoal ligado directamente ao Sr. Presidente e da sua responsabilidade.
Há um ano dizia que apenas queria um vereador e não teria Chefe de Gabinete nem assessores.
Hoje vemos que tem Chefe de gabinete, Assessora e Secretária preenchendo assim todos os cargos que podia, além de contar também com um Vereador a meio tempo.
A justificação é clara, mas roça o ridículo: “Gasta menos do que o anterior executivo” Menos 300 Euros, o que já é diferente dos 500 Euros que já tinha referido numa Assembleia Municipal.
Sr. Presidente: a questão não é saber se gasta mais ou menos, a questão é aquilatar da necessidade de tanto pessoal. Para fazer o quê?
Já que faz contas a quanto gasta, faça as contas ao que rendia o trabalho anteriormente e o que rende agora no seu Executivo.
É verdade que numa Assembleia Municipal disse que os projectos para o Concelho estavam em stand bye em virtude de ter acabado um Quadro Comunitário e estarem à espera do próximo. Até aqui, tudo correcto e compreensível.
Mas se está então em stand bye porque preencheu já todo o seu quadro pessoal se o trabalho ainda o não justifica?
São algumas incoerências.
Se mesmo assim, a justificação fosse válida, o que não é, +e, aliás muito falaciosa, é verdade ou não que um ano depois se pode dizer que o Sr. Presidente mentiu ao eleitores do seu Concelho?
É verdade ou não que, criticando o anterior executivo pelo excesso de pessoas no Gabinete do Presidente (que não eleitos e nomeados directamente eram… 1), aproveitou para deitar areia para os olhos das pessoas conseguindo com isso a vitória e o poder,e agora passado um ano tem 3 pessoas não eleitas mas sim nomeadas por si?
E isto não é uma “mentirinha inocente”, foi um cavalo de batalha na campanha.
Soubemos também que afinal uma secretária do Sr. Presidente não pode ser uma boa técnica, tem de ser uma “secretária política”, o que quer que isso seja.
Quase no final falou também de educação e aqui, quem o ouviu ficou claramente com a impressão que tudo foi feito, e bem, e que o Sr. Presidente consegue como ele diz “fazer das tripas coração” para conseguir o prolongamento de horário para os alunos.
Diz que gasta só em transportes e em professores 119 000 Euros. Não querendo duvidar deste número, espero que esteja disponível para o comprovar em sede própria.
O que se esqueceu de dizer foi que o Governo contribui significativamente para essas despesas. Não é, como ele disse “alguma comparticipação do Estado”.
Como também não disse que, tirando estes gastos e esta “alguma comparticipação”, o Governo atribui por aluno 250 Euros num montante que rondará os 62 000 Euros.
Falou das escolas degradadas e das obras que efectuou e está a efectuar, como por exemplo na cantina.
O que não disse foi que tudo isso poderia e deveria estar pronto antes do início do ano escolar e que não está.
O que não disse foi que já recebeu do Ministério da Educação 1600 contos por obras que ainda não realizou em algumas escolas como são o caso da Queiriga e de Vila Cova à Coelheira que, supostamente estão prontas (só assim receberia este montante).
Quanto à derrama, não sei se estava à espera de, com ela cobrar receitas aos parques eólicos mas deveria informar-se primeiro pois o imposto é cobrado sobre lucros de empresas e comércio sediados no Concelho o que não é claramente o caso, além de assim, com o vento, trazer mais encargos para a população.
Enfim, o Sr. Presidente respondeu o que quis , como quis, tentando demonstrar algo que as evidências não comprovam.
Não, não foi um bom ano. Não, não está a ser um bom Presidente da Câmara.
Este é um Presidente da Câmara que tudo fez para taxar e cobrar mais impostos aos munícipes sem gerar contrapartidas.
Um Presidente da Câmara que nomeou pessoas para fazer não se sabe bem o quê.
Um Presidente da Câmara que se contenta com pouco.
Um Presidente da Câmara que não apoia o comércio nem a indústria.
Um Presidente da Câmara que mentiu aos eleitores.
Um ano marcado pela situação financeira que o "aperta" mas que , segundo o Edil, em breve será mais desafogada.
Não sabemos se o desafogo vem da sua gestão ou do contraimento de novos empréstimos , ou se é da possibilidade da débil situação financeira poder fazer com que novos empréstimos sejam uma realidade, ao contrário dos Municípios deste país. Enfim... questão mais do que debatida.
A entrevista foi uma excelente iniciativa da Rádio Escuro que saudamos, principalmente pela inovação da possibilidade de por mail, sms ou contacto telefónico poder questionar o entrevistado, bem como, e principalmente, pela possibilidade de podermos ouvir a entrevista online em tempo real.
Uma sugestão: coloquem a entrevista online com possibilidade de se fazzer um download. Cremos que essa será mais uma possibilidade para quem não oubiu poder aceder a este conteúdo facilmente.
Como sempre nos habituou, o Sr. Presidente conseguiu sempre relevar o supérfluo deixando o essencial, não falando de muitos assuntos que deveriam ter sido discutidos como sejam as suas promessas eleitorais e outras situações que já publicamente e no papel se comprometeu como por exemplo a cantina para funcionários, a Escola Profissional entre outros.
Sabemos que a biblioteca Municipal será no local previsto, sabemos que afinal a Central de Biomassa não é bem uma Central de Biomassa.
Aliás, neste ponto o Sr. Presidente foi muito confuso dando a entender que ele próprio não sabe bem o que será. Deu a entender que, no fundo, o que pretende é aquecer a água das piscinas e das escolas numa espécie de "fogão a lenha", ou "caldeira" de aquecimento.
Pensávamos que com a visita à "feira" holandesa viésse mais esclarecido mas afinal não.
Afirmou que há "arruaceiros políticos em todo o Concelho" num tom jocoso, pouco próprio de um Edil com responsabilidades.
Não conseguimos descortinar a quem se referia (e o entrevistador bem tentou).
Esperamos que não se refira à sua oposição pois, se é verdade que o Sr. Presidente cohabita muito mal com a crítica e com a diferença de opinião, também é verdade que a oposição tem sido responsável e construtiva.
Uma das questões mais relevantes e que leva ao incumprimento de clara promessa eleitoral, aliás, foi um dos cavalos de batalha na campanha de há um ano tem a ver com o quadro de pessoal, mais concretamento do quadro de pessoal ligado directamente ao Sr. Presidente e da sua responsabilidade.
Há um ano dizia que apenas queria um vereador e não teria Chefe de Gabinete nem assessores.
Hoje vemos que tem Chefe de gabinete, Assessora e Secretária preenchendo assim todos os cargos que podia, além de contar também com um Vereador a meio tempo.
A justificação é clara, mas roça o ridículo: “Gasta menos do que o anterior executivo” Menos 300 Euros, o que já é diferente dos 500 Euros que já tinha referido numa Assembleia Municipal.
Sr. Presidente: a questão não é saber se gasta mais ou menos, a questão é aquilatar da necessidade de tanto pessoal. Para fazer o quê?
Já que faz contas a quanto gasta, faça as contas ao que rendia o trabalho anteriormente e o que rende agora no seu Executivo.
É verdade que numa Assembleia Municipal disse que os projectos para o Concelho estavam em stand bye em virtude de ter acabado um Quadro Comunitário e estarem à espera do próximo. Até aqui, tudo correcto e compreensível.
Mas se está então em stand bye porque preencheu já todo o seu quadro pessoal se o trabalho ainda o não justifica?
São algumas incoerências.
Se mesmo assim, a justificação fosse válida, o que não é, +e, aliás muito falaciosa, é verdade ou não que um ano depois se pode dizer que o Sr. Presidente mentiu ao eleitores do seu Concelho?
É verdade ou não que, criticando o anterior executivo pelo excesso de pessoas no Gabinete do Presidente (que não eleitos e nomeados directamente eram… 1), aproveitou para deitar areia para os olhos das pessoas conseguindo com isso a vitória e o poder,e agora passado um ano tem 3 pessoas não eleitas mas sim nomeadas por si?
E isto não é uma “mentirinha inocente”, foi um cavalo de batalha na campanha.
Soubemos também que afinal uma secretária do Sr. Presidente não pode ser uma boa técnica, tem de ser uma “secretária política”, o que quer que isso seja.
Quase no final falou também de educação e aqui, quem o ouviu ficou claramente com a impressão que tudo foi feito, e bem, e que o Sr. Presidente consegue como ele diz “fazer das tripas coração” para conseguir o prolongamento de horário para os alunos.
Diz que gasta só em transportes e em professores 119 000 Euros. Não querendo duvidar deste número, espero que esteja disponível para o comprovar em sede própria.
O que se esqueceu de dizer foi que o Governo contribui significativamente para essas despesas. Não é, como ele disse “alguma comparticipação do Estado”.
Como também não disse que, tirando estes gastos e esta “alguma comparticipação”, o Governo atribui por aluno 250 Euros num montante que rondará os 62 000 Euros.
Falou das escolas degradadas e das obras que efectuou e está a efectuar, como por exemplo na cantina.
O que não disse foi que tudo isso poderia e deveria estar pronto antes do início do ano escolar e que não está.
O que não disse foi que já recebeu do Ministério da Educação 1600 contos por obras que ainda não realizou em algumas escolas como são o caso da Queiriga e de Vila Cova à Coelheira que, supostamente estão prontas (só assim receberia este montante).
Quanto à derrama, não sei se estava à espera de, com ela cobrar receitas aos parques eólicos mas deveria informar-se primeiro pois o imposto é cobrado sobre lucros de empresas e comércio sediados no Concelho o que não é claramente o caso, além de assim, com o vento, trazer mais encargos para a população.
Enfim, o Sr. Presidente respondeu o que quis , como quis, tentando demonstrar algo que as evidências não comprovam.
Não, não foi um bom ano. Não, não está a ser um bom Presidente da Câmara.
Este é um Presidente da Câmara que tudo fez para taxar e cobrar mais impostos aos munícipes sem gerar contrapartidas.
Um Presidente da Câmara que nomeou pessoas para fazer não se sabe bem o quê.
Um Presidente da Câmara que se contenta com pouco.
Um Presidente da Câmara que não apoia o comércio nem a indústria.
Um Presidente da Câmara que mentiu aos eleitores.
sexta-feira, outubro 13, 2006
Derrama e antecipação de receitas chumbadas em reunião de Câmara
É com muito agrado que vemos este duplo chumbo às intenções do Sr. Presidente da Câmara em onerar os comerciantes e industriais do Concelho, numa tentativa que hipotecaria quuaisquer hipóteses de vinda de mais alguma indústria para o Concelho.
A derrama, num concelho como o nosso, não tem qualquer razão para existir. O Sr. Presidente, escudando-se na "falta de dinheiro", algo apregoado até à náusea desde sempre mas que, curiosamente não está reflectido em quaisquer listas de endividamento de Câmaras Municipais nacionais (ao contrário de TODOS os concelhos vizinhos), tentou novamente trazer este assunto e tentou novamente que os paivenses pagassem mais.
Quanto à antecipação de receitas, deve ter tirado a ideia de algum dos seus correlegionários sociais democratas como o Dr Pinto da Covilhã.
Esta questão é, por nós, claramente e liminarmente rejeitada posi seria, efectivamente, o hipotecar do futuro do Concelho em prol de uma gestão "Custódiana" que ainda nada mostrou.
Antecipar receitas dos próximos 15!!!!!! anos era o objectivo.
Sr Presidente, se quiser antecipe as dos próximos 3 anos, agora não queira que a Câmara páre nos próximos 20 anos.
Talvez se o quadro de pessoal da sua dependência directa fosse menos alargado, talvez tivésse dinheiro para algumas coisas, ou será que para meter pessoal já há verbas? Tem de haver coerência.
A derrama, num concelho como o nosso, não tem qualquer razão para existir. O Sr. Presidente, escudando-se na "falta de dinheiro", algo apregoado até à náusea desde sempre mas que, curiosamente não está reflectido em quaisquer listas de endividamento de Câmaras Municipais nacionais (ao contrário de TODOS os concelhos vizinhos), tentou novamente trazer este assunto e tentou novamente que os paivenses pagassem mais.
Quanto à antecipação de receitas, deve ter tirado a ideia de algum dos seus correlegionários sociais democratas como o Dr Pinto da Covilhã.
Esta questão é, por nós, claramente e liminarmente rejeitada posi seria, efectivamente, o hipotecar do futuro do Concelho em prol de uma gestão "Custódiana" que ainda nada mostrou.
Antecipar receitas dos próximos 15!!!!!! anos era o objectivo.
Sr Presidente, se quiser antecipe as dos próximos 3 anos, agora não queira que a Câmara páre nos próximos 20 anos.
Talvez se o quadro de pessoal da sua dependência directa fosse menos alargado, talvez tivésse dinheiro para algumas coisas, ou será que para meter pessoal já há verbas? Tem de haver coerência.
segunda-feira, outubro 09, 2006
Centrais de Biomassa já têm concorrentes. o Sr. Presidente esqueceu-se de concorrer?
Das 15 termoeléctricas a biomassa, previstas para funcionar em todo o país, a da Sertã é a que reúne mais interessados. Além desta, há mais três no distrito de Castelo Branco e já apareceram concorrentes para as construir todas. Estas centrais de produção de energia utilizam como combústivel a biomassa, ou seja, árvores, arbustos e todos os desperdícios florestais.
O concurso lançado pelo Governo, para 15 centrais num total de 100 megawatts, recebeu 36 candidaturas, tendo o lote 12, na Sertã, sido o mais concorrido com cinco. O lote 8, até 10 MW, nos distritos de Viseu e da Guarda, recebeu quatro. Lembre-se que este concurso, lançado em Fevereiro, abrange 12 distritos, implica investimentos na ordem dos € 250 milhões e pode criar cerca de 800 postos de trabalho. Portugal tem como objectivo atingir, em 2010, uma meta de 150 megawatts de energia a biomassa.
in "Expresso"
Não era disto que o Sr. Presidente da Câmara, na altura candidato, falava? Ou era outra coisa?
Será que deixou passar em claro esta oportunidade?
Ou a promessa afinal não era bem isso, e apenas falou por falar de modo a cimentar o "cognome" por ele criado de "capital ecológica"?
O concurso lançado pelo Governo, para 15 centrais num total de 100 megawatts, recebeu 36 candidaturas, tendo o lote 12, na Sertã, sido o mais concorrido com cinco. O lote 8, até 10 MW, nos distritos de Viseu e da Guarda, recebeu quatro. Lembre-se que este concurso, lançado em Fevereiro, abrange 12 distritos, implica investimentos na ordem dos € 250 milhões e pode criar cerca de 800 postos de trabalho. Portugal tem como objectivo atingir, em 2010, uma meta de 150 megawatts de energia a biomassa.
in "Expresso"
Não era disto que o Sr. Presidente da Câmara, na altura candidato, falava? Ou era outra coisa?
Será que deixou passar em claro esta oportunidade?
Ou a promessa afinal não era bem isso, e apenas falou por falar de modo a cimentar o "cognome" por ele criado de "capital ecológica"?
Apenas uma questão
Será que o Sr. Presidente ainda mantém o prometido e falado em campanha acerca da indústria de biomassa?
Recordamo-nos até da ideia "peregrina" de criar uma emrpesa municipal para o efeito.
Estão lembrados?
Ou será que, como tudo o resto, foi esquecido?
Recordamo-nos até da ideia "peregrina" de criar uma emrpesa municipal para o efeito.
Estão lembrados?
Ou será que, como tudo o resto, foi esquecido?
segunda-feira, outubro 02, 2006
G.P de Karting - um sucesso a repetir
Realizou-se no passado sábado o 1.º GP de Karting da Js de Vila Nova de Paiva, prova organizada pelo secretariado da concelhia e que contou com participantes do Cocnelho e de todo o Distrito, de Cinfães a mangualde, de Castro Daire a Viseu, passando por Carregal do Sal e Sátão.
Foi um dia de convívio entre militantes que após a prova se juntaram ao almoço num churrasco improvisado.
FIcou já na forja a realização do 2.º GP, este a ser realizado lá para a Páscoa.
O nosso muito obrigado a todos os participantes quer do GP quer do almoço, assim como a quem nos cedeu as instalações para podermos realizar o almoço.
Foi um dia de convívio entre militantes que após a prova se juntaram ao almoço num churrasco improvisado.
FIcou já na forja a realização do 2.º GP, este a ser realizado lá para a Páscoa.
O nosso muito obrigado a todos os participantes quer do GP quer do almoço, assim como a quem nos cedeu as instalações para podermos realizar o almoço.
segunda-feira, setembro 18, 2006
GP de Karting JS Vila Nova de Paiva
A JS de Vila Nova de Paiva vai organizar dia 30 de Setembro, o primeiro GP de Karting da Juventude Socialista.
Haverá, de seguida, almoço para todos os participantes e militantes na praia fluvial de Fráguas.
Durante a tarde haverá outras actividades desportivas.
Apela-se a todos os militantes interessados para efectuarem a sua inscrição pelo mail anunciado neste blog.
Haverá, de seguida, almoço para todos os participantes e militantes na praia fluvial de Fráguas.
Durante a tarde haverá outras actividades desportivas.
Apela-se a todos os militantes interessados para efectuarem a sua inscrição pelo mail anunciado neste blog.
"Criados 50 mil postos de trabalho no último ano
Há uma viragem na capacidade de criação de emprego face ao passado recente, afirma o ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, destacando ainda as medidas que o Governo está a tomar no sentido de tornar mais eficaz o apoio prestado às pessoas que se encontramna situação de desemprego. Vieira da Silva garante que as pensões vão continuar a crescer e salienta que as mudanças estruturais propostas pelo Governo em sede de concertação social visam assegurar a sustentabilidade da Segurança Social.
Sócrates recusa a privatização da Segurança Social
O PS não pactuará com propostas para a reforma da Segurança Social que passem pela privatização do sistema. Esta foi a garantia deixada pelo nosso líder, José Sócrates, no dia 9, no Porto, na abertura do Fórum das Novas Fronteiras, onde também estacou a evolução positiva de vários indicadores económicos, o regresso de um clima de confiança, a derrota do pessimismo e reiterou o rumo traçado há ano e meio para a modernização do país, no âmbito da agenda reformista que o Governo tem vindo a prosseguir.
sexta-feira, julho 28, 2006
Agosto está a chegar e com ele vêm também os conterrâneos emigrantes.
E com isto vêm também as Festas do Concelho, ou simplesmente o "Ver Paiva".
Este ano haverá grandes mudanças nos hábitos paivenses.
Se por um lado os "Jogos sem Fronteiras" vêm agitar e animar as povoações do Concelho o que é muito positivo , por outro lado há situações que não podem agradar a quem se habituou a certos eventos.
Musicalmente não se vislumbra qualquer atracção, pelo menos nada está agendado ou publicitado o que é triste se tivermos em conta os grandes artistas que têm vindo a este Concelho a preços módicos pois não podemos esquecer que as Festas do Concelho e a presença dos artistas eram financiadas quase na totalidade.
E quem se lembra de ver por exemplo os Xutos e Pontapés ou o Tony Carreira lembra-se da quantidade de gente que encheu por completo o recinto.
Por outro lado a ausência do torneio 24 horas de futsal é de lamentar.
É um evento que não é complicado de organizar, que conseguia ser rentável e que trazia gente dos mais variados locais do Distrito ao nosso Concelho e aqui gastavam o seu dinheiro, fosse em dormida ou em comida.
Eventos como este deveriam ser apoiados e executados regularmente de modo a que a prova fosse já um ícone desportivo do Concelho que, a cada ano se tornava mais popular e cativava mais pessoas de visita ao nosso Concelho.
Não nos podemos esquecer que também passa por trazer gente ao nosso Concelho o nosso desenvolvimento.
Não basta inventar um "rótulo" de "Capital Ecológica", denominação criada apenas na cabeça e não baseada em algo de concreto.
E ser " Capital Ecológica" não é deixar tudo como está e não mexer mais e, até agora, esse parece ser o pensamento do Sr. Presidente da Câmara muito preocupado em embelezar rotundas para emigrante ver mas apenas isso.
Preocupa-nos o facto de o Sr. Presidente da Câmara apenas pensar em aparências e não ter uma estratégia clara para o desenvolvimento do Concelho.
Ao ler uma entrevista do Sr. Presidente a um Jornal nacional deparamo-nos com uma frase muito concreta que reza mais ou menos assim: prefiro o título de Capital Ecológica a mil empregos de uma empresa poluidora.
Ora bem, empresas poluidoras, se virmos bem são todas ao mesmo tempo que são poucas. Hoje há mecanismos que permitem atenuar quaisquer efeitos nefastos da poluição.
Agora, um título (criado pelo próprio) pelos vistos vale mais do que empregos. São opções.
E com isto vêm também as Festas do Concelho, ou simplesmente o "Ver Paiva".
Este ano haverá grandes mudanças nos hábitos paivenses.
Se por um lado os "Jogos sem Fronteiras" vêm agitar e animar as povoações do Concelho o que é muito positivo , por outro lado há situações que não podem agradar a quem se habituou a certos eventos.
Musicalmente não se vislumbra qualquer atracção, pelo menos nada está agendado ou publicitado o que é triste se tivermos em conta os grandes artistas que têm vindo a este Concelho a preços módicos pois não podemos esquecer que as Festas do Concelho e a presença dos artistas eram financiadas quase na totalidade.
E quem se lembra de ver por exemplo os Xutos e Pontapés ou o Tony Carreira lembra-se da quantidade de gente que encheu por completo o recinto.
Por outro lado a ausência do torneio 24 horas de futsal é de lamentar.
É um evento que não é complicado de organizar, que conseguia ser rentável e que trazia gente dos mais variados locais do Distrito ao nosso Concelho e aqui gastavam o seu dinheiro, fosse em dormida ou em comida.
Eventos como este deveriam ser apoiados e executados regularmente de modo a que a prova fosse já um ícone desportivo do Concelho que, a cada ano se tornava mais popular e cativava mais pessoas de visita ao nosso Concelho.
Não nos podemos esquecer que também passa por trazer gente ao nosso Concelho o nosso desenvolvimento.
Não basta inventar um "rótulo" de "Capital Ecológica", denominação criada apenas na cabeça e não baseada em algo de concreto.
E ser " Capital Ecológica" não é deixar tudo como está e não mexer mais e, até agora, esse parece ser o pensamento do Sr. Presidente da Câmara muito preocupado em embelezar rotundas para emigrante ver mas apenas isso.
Preocupa-nos o facto de o Sr. Presidente da Câmara apenas pensar em aparências e não ter uma estratégia clara para o desenvolvimento do Concelho.
Ao ler uma entrevista do Sr. Presidente a um Jornal nacional deparamo-nos com uma frase muito concreta que reza mais ou menos assim: prefiro o título de Capital Ecológica a mil empregos de uma empresa poluidora.
Ora bem, empresas poluidoras, se virmos bem são todas ao mesmo tempo que são poucas. Hoje há mecanismos que permitem atenuar quaisquer efeitos nefastos da poluição.
Agora, um título (criado pelo próprio) pelos vistos vale mais do que empregos. São opções.
terça-feira, julho 18, 2006
Os exames nacionais do 12º ano são uma etapa determinante e decisiva do percurso dos jovens do ensino secundário, por duas razões. A primeira porque são decisivos para os jovens acabarem o ensino secundário, a segunda porque são determinantes para as ambições dos jovens que pretendem ingressar no ensino superior.
A competitividade para entrar no ensino superior, nos cursos ambicionados e desejados é cada vez maior, e tendo os exames nacionais o peso que têm para este propósito é injusto e um erro dar-se a oportunidade de se repetirem os exames de Física e de Química. É injusto porque as regras que são conhecidas à partida são alteradas, com consequências para os jovens que tiveram efectivamente boas notas neste exame e que por uma qualquer razão no próximo exame podem tirar notas inferiores aos seus colegas, ficando assim prejudicados nas candidaturas ao ensino superior. É um erro porque se abre um precedente que irá ser lembrado e evocado no futuro.
Mas este precedente levanta já questões agora, os jovens que não são da área de ciências perguntam-se, e legitimamente, o porquê de não poderem repetir também os seus exames, o porquê de não terem oportunidade de melhorar as suas notas naqueles exames que também para eles foram difíceis, que também a eles lhe trouxeram surpresas e consequências menos agradáveis.
Por ser uma etapa tão importante e tão decisiva na vida dos jovens estudantes, as decisões e as suas consequências deviam ser mais ponderadas, deviam ser pautadas pela igualdade de oportunidades, pela justiça e pelo cumprimento das regras pré estabelecidas.
É por todas estas razões, por sermos uma organização de juventude, e porque acima de tudo defendemos a igualdade e a justiça, que não podíamos deixar de estar solidários com estes jovens.
Francisco Dias
A competitividade para entrar no ensino superior, nos cursos ambicionados e desejados é cada vez maior, e tendo os exames nacionais o peso que têm para este propósito é injusto e um erro dar-se a oportunidade de se repetirem os exames de Física e de Química. É injusto porque as regras que são conhecidas à partida são alteradas, com consequências para os jovens que tiveram efectivamente boas notas neste exame e que por uma qualquer razão no próximo exame podem tirar notas inferiores aos seus colegas, ficando assim prejudicados nas candidaturas ao ensino superior. É um erro porque se abre um precedente que irá ser lembrado e evocado no futuro.
Mas este precedente levanta já questões agora, os jovens que não são da área de ciências perguntam-se, e legitimamente, o porquê de não poderem repetir também os seus exames, o porquê de não terem oportunidade de melhorar as suas notas naqueles exames que também para eles foram difíceis, que também a eles lhe trouxeram surpresas e consequências menos agradáveis.
Por ser uma etapa tão importante e tão decisiva na vida dos jovens estudantes, as decisões e as suas consequências deviam ser mais ponderadas, deviam ser pautadas pela igualdade de oportunidades, pela justiça e pelo cumprimento das regras pré estabelecidas.
É por todas estas razões, por sermos uma organização de juventude, e porque acima de tudo defendemos a igualdade e a justiça, que não podíamos deixar de estar solidários com estes jovens.
Francisco Dias
sexta-feira, julho 14, 2006
GAMVIS
Tomou ontem posse a nova Assembleia Metropolitana da grande Área Metropolitana de Viseu.
Vai ser elaborado um estudo que fixe prioridades para a GAMVIS em termos de captação de investimentos .
Os membros eleitos representantes do Concelho de Vila Nova de Paiva são: Henrique Morgado, José Luís Ferreira e Paulo Marques.
Vai ser elaborado um estudo que fixe prioridades para a GAMVIS em termos de captação de investimentos .
Os membros eleitos representantes do Concelho de Vila Nova de Paiva são: Henrique Morgado, José Luís Ferreira e Paulo Marques.
segunda-feira, julho 03, 2006
terça-feira, junho 27, 2006
Foi aprovada a Conta de Gerência
Decorreu ontem a Assembleia Municipal ordinária na qual se aprovou finalmente a Conta de Gerência.
Dois meses depois do previsto por lei tivémos finalmente a possibilidade de a discutir.
O Sr. Presidente da Câmara não conseguiu explicar cabalmente o facto de só agora a apresentar e demonstrou clara falta de respeito por toda a Assembleia em vários momentos como já vem acontecendo ao longo de todas as reuniões.
Abriram-se as "hostilidades" com um fait divers chamado à colação pelo Sr. Presidente relativo a um ofício enviado pelo Agrupamento de Escolas do Concelho. O Sr. Presidente aproveitou para fazer queixinhas sem qualquer motivo usando expressões como "depreciativo", "mal intencionado", "de baixo nível", "enxovalhar".
Também já estamos habituados a este tipo de vocabulário proveniente deste edil municipal e, sinceramente, não tinha razões para tal.
Considerou até "falta de educação" o simples facto de no ofício estar escrito que a decisão do Sr. Presidente era "nula e de nenhum efeito" quando de facto, essa decisão era mesmo nula e sem nenhum efeito.
Quis dar ares de quem sabia do que falava enumerando e enunciando decretos de lei, os quais, naturalmente não soube interpretar e continuou a falar do que não sabia ou não queria saber.
Esta foi uma tempestade num copo de água, uma pura perda de tempo.
Na conta de gerência voltaram-se a debater números, e na explicação do Sr. Presidente, brevíssima como sempre (deve ser o único Presidente de Câmara do PAís que explica tudo num minuto) salientou os gastos com pessoal que aumentaram para logo de seguida dizer que não há pessoal a mais. Não se vislumbrou então o que ele queria dizer com aquilo pois foi uma intervenção completamente incongruente.
Após aprovação da Conta de gerência soube-se também que decidiu na semana passada suspender as sessões de cinema à sexta feira À noite, não cumprindo dessa forma a Agenda cultural distribuída. Não conseguiu esperar pelo fim do mês para o fazer e preferiu quebrar expectativas de quem queria ir ver este ou aquele filme.
Soube-se também que afinal o jogo de Portugal que passou no Auditório estava aberto ao público em geral apesar de não ter sido publicitado.
Neste período de informação sobre a actividade municipal conseguiu quebrar todos oe recordes tendo a sua intervenção no máximo 5 segundos. Cinco segundos foi o tempo dispensado com a análise à actividade municipal.
Foi adquirida por 53000 Euros uma máquina para limpar bermas de estrada.
Louva-se a presença de elementos do público que não só assistiram como intervieram na altura própria tendo-lhes sido garantido pelo Presidente da Junta de VNPaiva que em breve haveria um canil neste Município.
Dois meses depois do previsto por lei tivémos finalmente a possibilidade de a discutir.
O Sr. Presidente da Câmara não conseguiu explicar cabalmente o facto de só agora a apresentar e demonstrou clara falta de respeito por toda a Assembleia em vários momentos como já vem acontecendo ao longo de todas as reuniões.
Abriram-se as "hostilidades" com um fait divers chamado à colação pelo Sr. Presidente relativo a um ofício enviado pelo Agrupamento de Escolas do Concelho. O Sr. Presidente aproveitou para fazer queixinhas sem qualquer motivo usando expressões como "depreciativo", "mal intencionado", "de baixo nível", "enxovalhar".
Também já estamos habituados a este tipo de vocabulário proveniente deste edil municipal e, sinceramente, não tinha razões para tal.
Considerou até "falta de educação" o simples facto de no ofício estar escrito que a decisão do Sr. Presidente era "nula e de nenhum efeito" quando de facto, essa decisão era mesmo nula e sem nenhum efeito.
Quis dar ares de quem sabia do que falava enumerando e enunciando decretos de lei, os quais, naturalmente não soube interpretar e continuou a falar do que não sabia ou não queria saber.
Esta foi uma tempestade num copo de água, uma pura perda de tempo.
Na conta de gerência voltaram-se a debater números, e na explicação do Sr. Presidente, brevíssima como sempre (deve ser o único Presidente de Câmara do PAís que explica tudo num minuto) salientou os gastos com pessoal que aumentaram para logo de seguida dizer que não há pessoal a mais. Não se vislumbrou então o que ele queria dizer com aquilo pois foi uma intervenção completamente incongruente.
Após aprovação da Conta de gerência soube-se também que decidiu na semana passada suspender as sessões de cinema à sexta feira À noite, não cumprindo dessa forma a Agenda cultural distribuída. Não conseguiu esperar pelo fim do mês para o fazer e preferiu quebrar expectativas de quem queria ir ver este ou aquele filme.
Soube-se também que afinal o jogo de Portugal que passou no Auditório estava aberto ao público em geral apesar de não ter sido publicitado.
Neste período de informação sobre a actividade municipal conseguiu quebrar todos oe recordes tendo a sua intervenção no máximo 5 segundos. Cinco segundos foi o tempo dispensado com a análise à actividade municipal.
Foi adquirida por 53000 Euros uma máquina para limpar bermas de estrada.
Louva-se a presença de elementos do público que não só assistiram como intervieram na altura própria tendo-lhes sido garantido pelo Presidente da Junta de VNPaiva que em breve haveria um canil neste Município.
quinta-feira, junho 08, 2006
Nova Assembleia marcada
Finalmente será debatida a Conta de Gerência.
Teremos Assembleia Municipal a 26 de Junho.
Já não era sem tempo.
Teremos Assembleia Municipal a 26 de Junho.
Já não era sem tempo.
sábado, junho 03, 2006
É com algum agrado que vemos o veto presidencial à lei das quotas proposta pelo Governo.
De facto, esta lei não tem qualquer sentido e o Sr. Presidente da República fez muito bem em usar os seus poderes para a não fazer passar.
Apesar de poder vir a ser um veto polémico não tem para nós qualquer cabimento a aprovação desta lei.
De facto, esta lei não tem qualquer sentido e o Sr. Presidente da República fez muito bem em usar os seus poderes para a não fazer passar.
Apesar de poder vir a ser um veto polémico não tem para nós qualquer cabimento a aprovação desta lei.
sexta-feira, maio 26, 2006
quarta-feira, maio 24, 2006
Governo quer criar 450 novos cursos profissionais
Esta é, de facto, um óptima medida deste Governo. Consegue analisar os problemas do absentismo e abandono escolares, ao mesmo tempo que olha para as reais necessidades do País.
Agora temos de ver se há capacidade para esta criação.
Lembrámo-nos imediatamente da Escola Profissional a criar no nosso Concelho. Já aqui tem uma base para aplicação da vontade do Sr. Presidente da Câmara.
Agora temos de ver se há capacidade para esta criação.
Lembrámo-nos imediatamente da Escola Profissional a criar no nosso Concelho. Já aqui tem uma base para aplicação da vontade do Sr. Presidente da Câmara.
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